• TESTORENA, DEDO NO C@# E GRITARIAAAHH!!!! Bulletstorm é um FPS divertido e intenso! O seu principal atrativo é sua jogabilidade, usando a criativa mecânica do chicote e da voadora para fazer diversos tipos de assassinatos, um mais maluco e grotesco que o outro, ganhando mais pontos e cumprindo objetivos. Apesar de momentos engraçados e até algumas cenas emocionantes, a história é meio simples, e o protagonista, Grayson, é um personagem bem ruim: piadas péssimas, imaturo e até cínico e/ou psicótico (parece até um tipo de coisa que eu riria quando tinha 14 anos). Ishii, seu parceiro, acaba segurando as pontas na narrativa, um ponto bem fraco no jogo. A trilha sonora, os efeitos sonoros e os visuais são características que acabam sustentando o jogo também, sendo muito boas, tanto o original quanto o remaster. Uma experiência de ação e emoção descontraída e extremamente divertida.

  • Capa de Tony Hawk's Pro Skater 5 Tony Hawk's Pro Skater 5
    no
    One
    há 1 semana

    Vergonhoso! Eu lembrava que, ao longo dos trailers, o jogo teria um gráfico mais realista, mas ao passo que seu lançamento se aproximava, o mesmo ficava pior, o que foi traduzido ao jogo final. Graficamente, é nojento e muito mal feito. Sua jogabilidade é razoável. No começo, até que é divertido e interessante, mas depois o jogo fica MUITO REPETITIVO, chato e até ridículo, com o nível das missões e até seus objetivos. Os mapas, uma das principais marcas da série, não possuem nenhuma inspiração ou carisma, sendo totalmente genéricos. Além de não ter inspiração, carinho ou alma, Tony Hawk's Pro Skater 5 é pobre de conteúdo, sem quase nenhum modo offline ou extras relevantes (além de uma skin de tartarugas ninjas que buga sempre quando seleciona e leva muito tempo pra renderizar). A ÚNICA coisa que se salva é a trilha sonora, com umas músicas muito boas.

  • Capa de Batman: Arkham City Batman: Arkham City
    no
    360
    há 4 semanas

    Uma obra de arte digna do Morcego. Sua história, que ocorre após Arkham Asylum, é emocionante e épica até o fim, com uma representação incrível do Batman e dos demais personagens. Graficamente, apesar de ser incrível, possui algumas pequenas falhas de texturas, mas nada a incomodar. Sua jogabilidade é sensacional, podendo fazer de tudo um pouco na pele do Batman (menos chamar o Batmovel), como lutar contra dúzias de inimigos e usar diversas ferramentas do heróis, além do stealfh excelente, e o mapa dá um charme especial, com uma cidade que, além de grande, é misteriosa e até melancólica. Por fim, a trilha sonora ajuda a compor uma campanha épica e emocionar fãs de heróis e de ótimos jogos. Um dos melhores jogos de heróis já feitos e, pra mim, a melhor representação do Batman em qualquer mídia.

  • Capa de Burnout Burnout
    no
    PS2
    há 1 mês

    Com os dois pés no peito. Para 2001, Burnout trouxe uma frenética e excitante experiência: correr em altíssima velocidade em estradas movimentadas pelo mundo. A jogabilidade é incrível e extremamente divertida, juntamente de uma (impressionante) IA, que é competitiva e inteligente. Além disso, seus gráficos são lindos, com detalhes na física das colisões e na ambientação. Sua trilha sonora também é sensacional, com músicas muito boas e que constratam muiito bem o ambiente. Mesmo com poucos carros, Burnout traz uma jogatina muito divertida.

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