• Capa de Young Thor Young Thor
    no
    PSP
    há 1 mês

    Mitologia nórdica idiota. Sei que devo estar sendo injusto por esse se tratar de um jogo do PSPMini, mas mesmo assim é bem boçal. Tirando os gráficos e áudio bons, você tem uma dinâmica absurdamente repetitiva e chata, com apenas quatro fases iguais que mudam apenas os inimigos (tirando as fases contra os chefes) e até mesmo bugs que prejudicam a gameplay (algo que eu não esperava em um jogo equivalente a um indie de hoje em dia).


  • Excelente remasterização e excelente primeiro jogo. Analisando como remaster, trouxe como novidade a localização em PT e uma ótima dublagem, com vozes que combinam com todos os personagens, apesar de possuir áudios baixos demais algumas vezes. Também trouxe uma mudança surreal nos gráficos e ajustes na jogabilidade, deixando-o mais polido. Analisando como jogo em si e o começo da história de GOW, possui uma história que, apesar de meio curta, é muito boa de se acompanhar, tendo personagens carismáticos e situações épicas, principalmente contra chefes. A jogabilidade é VISCERAL e incrível, com um combate frenético, intenso e extremamente violento. O único porém, é que as fases são confusas às vezes, praticamente tendo que fuçar cada canto para achar o caminho para continuar, o que quebra o ritmo.

  • Capa de Alan Wake Alan Wake
    no
    360
    há 1 mês

    Uma experiência incrível e o melhor exclusivo (NA ÉPOCA) já feito não só pela Microsoft, como também entre qualquer console ou empresa. O maior destaque do jogo é sua campanha e tudo que ela representa, trazendo uma história fantástica e um andamento muito criativo, simulando uma espécie de seriado, com retrospectiva e prévia. Além disso, sua própria jogabilidade é muito interessante, trazendo não só controles funcionais, como também uma nova abordagem, onde usa-se a luz como uma arma, ao invés de ser só uma ferramenta, como em demais jogos de terror. Por fim, seus gráficos, ambientação e modelagem de personagens são muito bons (apesar de às vezes apresentarem falhas) e a trilha sonora, tanto original quanto a escolha de músicas já existentes, são excelentes.


  • Tem que ser eterno. Eternal Darkness é um jogo de survival horror EXCEPCIONAL! A narrativa é densa e intrigante do começo até o fim, acompanhando diversos personagens diferentes que, não só mudam o contexto e cenário da história, como até o gameplay. Possui belos gráficos, que retratam muito bem a atmosfera de cada ambiente, dando a essência do horror, valendo também para os inimigos. A jogabilidade é praticamente inovadora, trazendo duas mecânicas muito interessantes: poder utilizar as magias diferenes para passar por fases e derrotar inimigos, e, principalmente, o sistema de sanidade, que muda o gameplay do jogo de acordo com nervosismo do personagem, podendo desde apagar a tela do jogo, diminuir o volume ou encolher o personagem, até mesmo a quase apagar o save. Mesmo sendo um jogo de 2002, confesso que isso me assustou algumas vezes.

Ler todas as análises (108)

Nos acompanhe!