Análises
6339 análises encontradas
O jogo é muito bom, mas massante. As missões são repetitivas, sedo quase sempre: mate capitão, mate fulano, mate ciclano, queime os recursos. E vai seguindo a história de modo repetitivo e lento. O visual do jogo e a jogabilidade são muito boas. A história é até interessante, mas não conclui pois cansei, mais de 120 horas jogando e ele não chegou nem na metade da evolução.
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Um jogo altamente decepcionante. Trava muito. No PVP na RED e Black, se você morre perde tudo, vivendo para bancar gankers. A comunidade é extremamente toxica, machista, fica o dia todo falando "Faz o L", não respeita os coletas, e recentemente sofri xenofobia de espanhois, os caras ficaram imitando sons de macaco, e me chamavam de macaquito por ser brasileiro. Se você quer entender o quão grotesco e maligno é este jogo, busca os vídeos no Youtube, onde verá as pessoas se vangloriando de roubar e matar os outros jogadores. Eu joguei por mais de 2 anos, sempre fiz duras críticas da RED e Black, porém, depois da atualização da caçada, ficou IMPOSSÍVEL ir nesses mapas. Agora, se você gosta de matar e roubar os outros, eis seu jogo perfeito.
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Eu deixaria queimar no sol. Primeiramente, a maior qualidade do jogo está em seu texto. Sua história é muito boa e interessante, e TODOS os personagens possuem profundidade e estilo, até mesmo os NPCs. Isso tudo é ainda intensificado com a ótima dublagem e trilha sonora. De resto, o jogo é mediano pra medíocre. Performance muito ruim, com incontáveis bugs e crashes, obrigando a reiniciá-lo. Sua jogabilidade é até boa, mas repetitiva e enjoativa, com a única coisa criativa sendo a forma de ganhar experiência matando e escolhendo o destino de outros personagens. SÓ! Apesar de não ser péssimo, eu jogaria alho, cruz e luz em cima do jogo.
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Um jogo com personalidade e potencial, mas tão travado quanto o seu limite nativo de 30FPS. Need for Speed Rivals foi uma aposta interessante da EA no primeiro título após a contratação da Ghost Games para cuidar de sua divisão de jogos de corrida (com o suporte da Criterion, desbancada do posto anterior). Foi também o primeiro game da publisher para os então recém-lançados PS4 e Xbox One. Aqui se pode perceber uma diferença interessantes entre as decisões criativas das desenvolvedoras, e isso por conta da similaridade das propostas dos jogos: NFS Rivals é idêntico a Hot Pursuit de 2010 na proposta. Já na execução, as coisas são bem diferentes. Rivals possui duas campanhas extremamente simples que servem como pano de fundo bem raso para a rivalidade entre corredores e policiais, que neste jogo vivem uma eterna perseguição de bandidos e mocinhos em Redville (cidade ficcional do jogo). A dinâmica toda gira em torno das mecânicas de perseguição e variabilidade de ferramentas e objetivos entre os policiais e os corredores. Completando os objetivos e explorando o mapa, o jogador pode prosseguir de maneira relativamente fácil, conseguindo pontos, equipando tecnologias mais poderosas, e colocando os outros pra fora das pistas com mais facilidade (olá, Burnout). Possui uma estilização própria, boa trilha sonora, bons efeitos gráficos da nova engine (Frostbite 3), e mecânicas interessantes, além de um bom modo online. Seus defeitos, por outro lado, são a já mencionada taxa de quadros travada a 30fps, a necessidade de estar conectado à internet o tempo todo para jogar, além da falta de variabilidade na tunagem e personalização dos carros (saudades da época em que a personalização rendia conteúdo quase suficiente pra um jogo inteiro à parte). Apesar de tudo isso, Rivals é um jogo de corrida divertido, mas que por falta da limitação aplicada em muitas de suas mecânicas, poderia se tornar enjoativo muito rápido, se o online, equipado com o excelente Autolog, não o desse um fôlego a mais (ativo até hoje).
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Basicamente, o jogo pode ser julgado em duas perspectivas principais: 1. Se adequa ao padrão de um bom jogo de corrida? 2. Se adequa ao padrão de um bom Need for Speed? No primeiro caso, a resposta é sim. Gráficos muito bonitos (mesmo em configurações mais baixas), sonorização fenomenal, trilha sonora envolvente, boa sensação de velocidade, além de bons carros, boa otimização pra setups mais humildes (pra quem joga em PC), bom fator rejogabilidade, que se deve muito ao fator social que o online proporciona, através do Autolog, sistema que começou a ser implementado no Hot Pursuit 2010 (e a prova desse ponto é o alto nível de atividade no servidor do jogo até hoje). Nesse ponto, creio que podemos todos concordar que a Criterion sabe fazer bons jogos de corrida. Agora, quanto ao segundo ponto de vista, fãs mais assíduos da série vão realmente sentir que estão jogando qualquer outra coisa aqui, menos Need for Speed. Sem tunagem, sem corridas clandestinas, sem histórias simples com personagens envolventes, sem uma inteligência artificial decente para perseguições da polícia e sem muitos desafios realmente excitantes para conseguir os melhores carros. Tudo no jogo é entregue ao jogador desde o início, sem um fio condutor (nem narrativo e nem progressivo) que motive a realização de tantos eventos Ctrl + C e Ctrl + V uns dos outros. O que se sobressai mesmo é o online e a presença da Speedwall, um sistema de medição que monitora o seu desempenho em eventos e desafios e compara com os dos seus amigos em várias de suas contas vinculadas (EA Play e Steam). Porém, cabe aqui uma ressalva: o game não é o sucessor espiritual e natural que poderia ter sido do Most Wanted 2005 simplesmente porque a publisher não deixou, e não por má vontade da desenvolvedora (conforme se pode comprovar através do vazamento de trechos de gameplay em alfa do jogo revelados recentemente). No fim das contas, é um jogo de corrida arcade com uma das melhores sonorizações que o mundo das corridas já viu, e que pode se mostrar muito divertido se vc jogar online, mas que realmente deixa muito a desejar no fator single player e na questão dos padrões da série da qual faz parte (claro que, se vc é dos bons gamers que cresceu jogando, assim como eu, isso fará pouca ou quase nenhuma diferença).
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70 horas de jogo, e ainda ficaram missões pendentes. O jogo é bom, recomendo jogar, as outras análises contemplam o que eu poderia falar do jogo, sim é uma cidade populosa, densa, mas sem vida alguma, parece de fato um jogo incompleto. Se você comparar o jogo base com a DLC você verá que o distrito de Dogtown é bem melhor ambientado, mais rico em detalhes, do que a Night City em si, revelando o quanto o jogo base está incompleto. Mas recomendo jogar, até porque é um marco do que não se deve fazer em um jogo com escopo desse tamanho.
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Pô, de verdade? Comecei esperando nada, saí tendo menos ainda. Eu até tinha gostado no começo mas NOSSA que jogo CHATO irmão, ficar suportando isso é só pra quem realmente GOSTA da franquia de DMC. Dante nesse jogo é um zumbi, lembro de ter lido pessoal dizendo que é porque ele tava passando por uma depressão forte nessa época do jogo, e sinto muito por isso Dante mas po pelo amor de Deus, os caras já tinham estabelecido uma personalidade bacana pro Dante no primeiro jogo (que é muito bom por sinal, é genuinamente muito daora) e fazem isso no segundo? Sem contar na história que eu não me interessei em NADA, tem uns personagens esquecíveis e um vilão que eu nem me lembro o rosto direito de tão genérico e fds que ele era. Sem contar nos inimigos que... po, um tanque de guerra possuído? É sério Capcom? Deus abençoe pra sempre a geração de quem participou do 3° jogo, porque eles salvaram a franquia de morrer nesse.
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Divi Dead é um jogo bem interessante se você parar para pensar que ele foi lançado em 1998. Os background's, sprites de personagens, músicas e sons, história... Realmente me cativaram mesmo nos dias atuais. O jogo contém cenas H, mas parte do conteúdo podem ser facilmente ignorado ou pulado, a não ser que você queira escutar personagens gemendo. É um ótimo jogo, recomendo bastante se você procura algo com um ar de mistério, horror e sobrenatural.
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Que joguinho bom e ainda *de graça* né, é o famoso Slime Rancher de reciclagi kkkkkkk Cara, sério, ouvi dizer que já teve professores que usou esse jogo pra dar aulas infantis, e ele realmente é muito bom! As expansões são mais pra ajudar a desenvolvedora do game, eu super recomendo pra quem gosta desse estilo, é curto, bonito e facinho!
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O que dizer da melhor franquia de humor negro pré existente, né? Simplesmente é isso, você joga com pequenos espaços de risadas do quão engraçado é o game. A jogabilidade e a campanha faz um excelente trabalho em combinação com esse humor negro, a Ubisoft realmente conseguiu fazer esse 2° game após o Stick of The Truth que, na minha opinião, é melhor ainda. Ainda mais com essa implementação de classes e builds que é o que eu mais adoro, diversidade!
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Jogo lixo , muita manipulação de jogos , deveria ser processado a EA , pq um lixo , um jogo que decide quem ganha pro rivals e no champions , até mesmo contra máquina e muito roubo , vc toma gols inúteis , seus jogadores do nada para , vc perde gol q não existe e o adversário faz gol que nunca tomaria , Cristiano Ronaldo , Neymar perde na corrida pra um jogador prata , vai se fuder , jogo bosta
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Dragon Age: Inquisition foi eleito o Goty de 2014; em um ano que não possuía títulos tão grandiosos, este se destacou por ser magnífico. A campanha desse jogo é extensa e incluindo conteúdos secundários podem levar você a explorar o continente de Thedas por pelo menos 70h, fazendo diversas side-quests que agregam muito e além disso, possibilita-nos a conhecer esse rico mundo e belíssimo mundo. O jogo é lindo, a gameplay é muito simples, porém cumpre a proposta do jogo e os diversos personagens que podem ser seus parceiros possuem características totalmente diversificadas, fazendo com que você provavelmente goste de alguns e de outros nem tanto. Outros destaques vai para sua trilha sonora excelente e sua narrativa com várias escolhas que podem mudar diversos acontecimentos. Este jogo só não é perfeito, pois ele tem uma parcela considerável de bugs, como alguns efeitos sonoros que silenciam derrepende, diversos problemas de física, personagens e objetos voandos e bugs em missões específicas, que não destroem a sua experiência com essa obra prima, mas que pode incomodar em certos momentos. Dragon Age: Inquisition é um RPG raiz, cheio de side-questes, exploração, escolhas e horas de gameplay; vale muito a pena dar uma chance, mesmo que não seja um jogo para todo mundo, pois se for para você, saiba que terá uma jornada incrível para salvar o mundo.
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Esta análise contêm spoilers
É uma maravilhosa DLC, uma das maiores DLS já feitas, um montão de coisas para fazer, várias escolhas, e sacrifícios, como o Kratos colocando fogo nele mesmo, e os Ecos (que seria uma espécie de "dinheiro", que não é difícil de conseguir). Vale sim apena jogar está maravilha.
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Foi meu primeiro soulslike; e minha primeira platina. O jogo simplesmente tem um dos melhores mapas "Lineares" completamente incrível que prende o jogador, depois de mais de 300 horas jogadas ainda descubro coisas dentro do próprio jogo com um conteúdo magnifico, simplesmente o melhor jogo que eu já joguei, DarkSouls pode ser visto como uma obra de arte porque além de um jogo ele pode te ensinar muito, Dark Souls é uma filosofia de vida.
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