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Sobre

Não há abrigos ou pausas para regenerar a saúde enquanto você combate hordas de demônios em fúria no Inferno. Combine o arsenal de armas futuristas e icônicas, atualizações, movimento e um sistema de combate avançado para abater, golpear, pisar, esmagar e explodir os demônios de modo criativo e violento.

Ficha Técnica

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Nome: DOOM
Lançamento:
Plataformas: Microsoft Windows, Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One
Gênero: Tiro em Primeira Pessoa
Temas: Ficção Científica, Terror
Modos de Jogo: Um Jogador, Competitivo Online
Desenvolvedora: id Software
Publicadora: Bethesda Softworks
Franquia: DOOM
Classificação: 18 anos

Análises (3)

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Foto de Felipe Freitas
no
One
em 29 de março de 2019 às 18:33
Um retorno digno da mais famosa e importante franquia de jogos de tiro de todos os tempos. O enredo, apesar de pouco aprofundado, é convincente, coeso e bem explicado durante o jogo e, como na primeira versão, serve perfeitamente de fundo para a carnificina brutal e incomparável de DOOM. Os gráficos estão muito bonitos, com texturas muito realistas e de excelente qualidade, além da imersão do game, dos efeitos incomparáveis de luz, sombra e partículas. Mas, na minha opinião, os grandes diferenciais estão na ação frenética, no ritmo alucinante dos combates, no design fodástico e assustador dos demônios e nos padrões de ataque ultra-brutais deles. Os seres do inferno estão mais rápidos, ardilosos, impiedosos e brutais do que nunca! Mas, como a voz no início da campanha nos assegura, VOCÊ (O JOGADOR) VAI SER PIOR. O executor da perdição ou Doom Slayer está mais carniceiro, furioso e violento do que em todas as outras versões! O cara simplesmente é uma força destrutiva praticamente impossível de ser parada ou detida. Com razão os demônios se cagam, peidam e mijam de medo dele como podemos ver nos testamentos que ouvimos no inferno ao tocarmos aquelas coisas estranhas com um simbolo verde brilhando que emite uma voz cavernosa e apavorante narrando a história do andarilho do inferno. A trilha sonora é uma das mais inacreditáveis criações que eu já ouvi. Nunca ouvi uma parte sonora melhor num game de tiro. Ela parece evocar toda aquela realidade aterrorizante, neurótica, brutal e caótica que o Doom guy vivencia no jogo. Uma mistura de vários estilos, com um violento metal industrial com partes de corais líricos cantando algo demoníaco, provavelmente em latim e também algumas partes atmosféricas de terror, lembrando a parte musical do Doom 64 e do Doom pra Playstation One. Acredito que a Id Software estava apenas ensaiando para o retorno de DOOM, pois DOOM ETERNAL vem aí e vai elevar essa franquia a um patamar ainda mais alto em todos os quesitos. Provavelmente, Doom Eternal será um dos melhores games de tiro todos os tempos, fazendo com que DOOM continue a ser amado, respeitado e temido por todas as outras produtoras de jogos do mundo.
Foto de Tiago Freitas
no
One
em 24 de agosto de 2016 às 17:34
Senhoras e senhores, QUE JOGO!! Tiro, porrada e bomba! Ação frenética, capeta de tudo que é tamanho, um som inquietante, um sistema de upgrade de armas e armadura bem interessante e dinâmico. Esses elementos fizeram de Doom um excelente FPS, um dos melhores que já joguei! Os cenários são bem detalhados e grandes o suficiente para garantir umas 28 horas de jogo pra zerar a campanha (sem descobrir todos os segredos, claro). Pelo menos, esse foi o tempo que levei pra terminar a campanha sem me preocupar muito com a exploração do cenário. Os gráficos são muito bons, com alto nível de detalhe, embora não chegue a ser espetacular. Dou nota 10 porque atende o que foi proposto. O som é um show à parte: os gritos e sussurros dos demônios conseguem arrepiar quem já está com a adrenalina lá em cima por causa dos intensos combates. Gostei muito! A jogabilidade é quase perfeita: movimentação rápida, precisão no tiro e um sistema de ataque corpo a corpo, chamado de Execução Gloriosa, que chega a deixar o jogador babando por mais e mais capetas tonteados para aplicar o golpe de execução. Tal movimento possui diversas variações de acordo com a posição de ataque e tipo de demônio. O mesmo vale para as execuções com a Motossera!! Perfeito! Mas... a troca de armas é lenta e ineficiente. Apesar do tempo ficar mais devagar ao acionar o RB, a seleção da arma usando a alavanca dificulta a troca no calor do combate. Não chega a prejudicar a diversão até porque eu só usei a Escopeta de Caça praticamente o tempo todo. Mas...Bola fora. Se você pretende camperar nesse jogo, desista. Não há espaço para isso... nesse jogo, só sobrevive quem se movimenta. Ficar parado é um convite para a morte. Pelo menos no modo Campanha (o online ainda não testei). Enfim, trata-se de um jogo de ação ininterrupta com uma história interessante sobre portais do inferno, IA e tudo mais... Mas o bom do jogo mesmo é sair atirando em tudo que estiver pela frente!
Foto de Luiz Gustavo
no
PS4
em 24 de agosto de 2016 às 17:50
A mais recente experiência de DOOM me surpreendeu. Ela nos remete aos clássicos jogos de FPS com gráficos da atual geração. Quem curtia não só DOOM como Quake não vai se arrepender!

Nota do Game

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