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6339 análises encontradas

  • Um dos melhores jogos que joguei na era do play 1, pelo menos no quesito diversão, com certeza foi. Apesar da jogabilidade um pouco trava em certos momentos, o jogo te ganha pelo "carisma" inicialmente, e ao longo da jornada vai desenvolvendo e te prendendo cada vez mais. Para época, foi incrível. Hoje, apesar de mais de 20 anos de seu lançamento, o jogo ainda é jogavel e é possivel se divertir muito. Vale muito o tempo investido


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  • Capa de The Exit 8 Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para The Exit 8
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    há 2 anos

    Jogo de quebra-cabeça muito legal e misterioso, definitivamente recomendo! Bem curtinho só uns 30 minutos a uma hora. É um jogo bem parecido com observation duty só que em 3D.


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  • Capa de Enlisted Foto de KillerPlay_0 KillerPlay_0 para Enlisted
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    há 2 anos

    Muito PayToWin essa desgrama. É da Gaijin, a mesma criadora de War Thunder, mas convenhamos que War Thunder não é nem um pouco PayToWin comparado com isso aqui. Ter que gastar dinheiro real para comprar UMA arma para apenas UM soldado do seu esquadrão? Tá maluco rapá? Tá achando que dinheiro dá em árvore pra nós ter que ficar gastando grana para ter algum equipamento neste jogo?


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  • Capa de Stalcraft Foto de KillerPlay_0 KillerPlay_0 para Stalcraft
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    há 2 anos

    Bem, vamos começar: O game é um S.T.A.L.K.E.R da vida só que no minecraft com elementos RPG e é online. Ainda jogo este jogo desde que lançou e é muito bom, só que as vezes dá raiva. Começando pela história; eu ainda não terminei a história e estou longe de terminar (eu acho). Existe bastante side quest que te dão recompensas, como dinheiro, itens e poucos dão armas que te ajudam no início. Já a questão de combate é bem razoável. Você tem as armas, armaduras, granadas, artefatos para colecionar (que são bastante difíceis de conseguir mas que tenho um que é bem fraco e estou usando). Cada item neste mundo possui uma raridade, e quanto maior a raridade dele melhor ele será. As armas são ok, as armaduras são ok também. A questão mesmo é sobre o combate contra os players. No jogo existem duas facções, as duas facções são do universo STALKER (já que o game é ambientado no universo STALKER). As duas facções são os bandidos e os stalkers. Os bandidos... são os bandidos, os cara do mal. E os stalkers são os bonzinhos, os colecionadores de riquezas da zona. Cada facção tem uma lore diferente e caminhos diferentes. Pelo que eu fiquei sabendo, tem várias bases no mapa (Que é muito grande, tipo, MUITO GRANDE MESMO) e que essas bases tem um npc para cada coisa, venda e compra, missões, consertar seu equipamento, pesquisar um artefato e entre outros. O PvP é bem ruim para nós que moramos na América do Sul pois não tem server SA, apenas os servers europeu, NA e a da Ásia, então o ping no NA fica em torno de 150 a 180 normalmente. O PvP é bastante ruim na parte do mapa chamado "The Bar" que é um Bar que existe nos jogos STALKER e que é uma das várias bases. Nele as duas facções podem entrar mas é uma área safe, então os bandidos e stalkers não conseguem se matar ali. Questão da exploração: A exploração é muito boa. Tem vários "mini-sidequests" em que você tem que fazer para ganhar os materiais que serão usados para ter itens com o negociador nas bases para conseguir por exemplo: armas, miras, acessórios, armaduras, mochilas maiores e etc. Só que isso é demorado e chatinho mas com um tempo dedicado você consegue tudo. Comunidade: O jogo não tem uma comunidade br grande e isso dificulta a comunicação entre os players. Mas mesmo assim, a comunidade de Stalcraft é muito boa, apesar da maioria ser gringa. Toda vez que você passa por um stalker, ele te diz um oi, te agradece quando você o salva de um mutante ou faz troca de itens com você. Sempre tem gente querendo montar um Squad nas bases. A quantidade de players: Percebi que recentemente tem menos jogadores no Stalcraft. Isso se dá por conta do game não ser famoso e carecer de players. A desenvolvedora do Stalcraft, a EXBO, precisa fazer propagandas do game e promover para mais pessoas se interessarem.


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  • Não tem o que falar deste jogo. Ele é IN-CRI-VEL! Você que está lendo esta analise, por favor, compre o jogo e jogue. Tá lotado de conteúdo e posso afirmar que vale cada centavo comprar as dlc de expansão da história do The Witcher 3. Os gráficos, os personagens, o roteiro, tudo é perfeito. Teve várias vezes que dei risada com o Gerald junto a outros personagens que compõem a história. Eu não consigo descrever o quão bom é e não quero dar spoiler do que aconteceu durante o game. Eu vou jogar novamente só que no último nível de dificuldade e espero que os senhores façam o mesmo. Vale a pena jogar este jogo e gastar vários dias para jogar além de ter minigames dentro do jogo que são divertidos.


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  • Uma das maiores PEDRADAS que eu pude jogar. Que obra de arte, que enredo fantástico, que direção de arte espetacular. O único ponto negativo nesse jogo é ser curto demais.


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  • Analisando de forma sucinta: se tratando de games de luta baseados em anime, técnica e objetivamente falando, FighterZ pode ser descrito como nada mais, nada menos, do que uma obra-prima. Sua jogabilidade 2D com movimentos fluídos, combos intuitivos e animações feitas à mão o colocam nas primeiras posições dentre os jogos de luta (baseados ou não em anime) mais bonitos já produzidos. Porém, tendo seu primor técnico reconhecido devidamente, é necessário pontuar que seus únicos erros não são do jogo em si, mas na construção e gerenciamento dado por seus realizadores. FighterZ é um jogo de luta excessivamente fragmentado, possui requisitos (e não de hardware, mas de conectividade) desnecessários para o padrão em seu gênero, e além disso, cobra preços absurdos por partes de seu conteúdo que deveriam ser acessíveis desde o jogo-base, e isso também leva em conta o preço cobrado por ele mesmo, o jogo-base. Como exemplo, colocar praticamente metade dos seus personagens jogáveis em DLC realmente é uma extravagância que não se vê todo dia nos games de luta.


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  • SOCOM é uma franquia de (excelentes) jogos de Tiro Tático em Terceira Pessoa, criada e desenvolvida exclusivamente para os consoles da Sony (majoritariamente PS2), e que possui curiosidades muito interessantes no seu entorno. Combined Assault é o sexto título da franquia (além de ser o primeiro que joguei). A sigla "SOCOM" é o acrônimo em inglês para "Comando de Operações Especiais", dos EUA, que é uma divisão dos SEALs especializada em operações antiterroristas. No jogo, você controla Specter, o comandante de uma equipe tática de 4 integrantes, e eis aqui a grande novidade trazida por esse título: os outros 3 integrantes são CPU, mas podem ser substituídos por outros jogadores online, mesmo para completar as missões da História. Com um total de 18 missões, o jogo se passa no Adjiquistão, país fictício situado em algum lugar na Ásia Central. Apenas para contextualizar (sem spoilers da História): cerca de 20 anos após o colapso da União Soviética, o Adjiquistão deixa de ser comunista e conquista a independência, se tornando uma República. Com a promessa de tornar o país uma potência econômica mais expressiva do que as mais "quentes" da Ásia (como China ou Camboja), o carismático Ismael Kalim é nomeado o primeiro presidente do país, e os americanos despertam interesse por uma parceria comercial. As coisas mudam de cenário quando um funcionário da CIA é sequestrado por um grupo rebelde, que ameaça desestabilizar o governo do país. Assim sendo, a equipe SEAL é enviada para resgatar o agente, mas o helicóptero é abatido depois que eles completam a missão. E assim começa o jogo. Pra quem está acostumado com a jogabilidade padrão dos FPS, com mira, tiro e explosivos nos gatilhos do controle, pode ser um desafio interessante se acostumar com a dinâmica deste jogo. Os servidores online estavam ativos até 2012. Com belos gráficos, cenários diversificados, gameplay densa e divertida, além de uma campanha muito bem amarrada e envolvente, este é um TPS (Tiro em Terceira Pessoa, em inglês) que vale a pena experimentar.


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  • Capa de Blasphemous II Foto de Luiz Gustavo Luiz Gustavo para Blasphemous II
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    há 2 anos

    Decepção com Blasphemous 2 - A arte obscura mudou para um estilo de desenho animado. - Novos inimigos não conseguem cativar. - Parrying fica em segundo plano em relação à esquiva. - O mapa carece da sensação orgânica de Blasphemous 1, apresentando becos sem saída pouco inspirados como mera justificativa para características metroidvania. - Mecânica de tempo. O único ponto positivo que consegui encontrar é a jogabilidade fluida com ótimo tempo de resposta.


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  • Com sua nova abordagem à caça de objetos, Midnight Ghost Hunt oferece uma experiência divertida e divertida para jogos rápidos que devem animar algumas de suas noites com muitas risadas. Certamente ainda há um longo caminho a percorrer no jogo para oferecer mais cartas, equilibrar os diferentes gadgets entre eles ou resolver andanças de matchmaking, mas contanto que você tenha 3 parceiros de jogo, você já pode se divertir por algumas noites. encarnar presas e predadores e explorar as diferentes possibilidades oferecidas pelos gadgets e pela arquitetura das cartas. Com ainda mais conteúdo e alguns ajustes, Midnight Ghost Hunt pode ser um sucesso no futuro, pois é sem dúvida tão divertido de assistir quanto de jogar.


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  • Capa de Far Cry 6 Foto de julio cesar julio cesar para Far Cry 6
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    há 2 anos

    Jogo em si é lindo, dublagem legal ( não perfeita , os bonecos ficam bem fora do esquadro falando) , jogabilidade boa , problema em si são os bots, são horríveis , não vêem você mesmo no nariz deles em terreno limpo, vigem travando, algumas missões parecem ser feitas para crianças de 4 anos , sem dificuldade alguma, sem esquema algum, entregam tudo muito rápido, faltou cuidado .


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  • Em seu terceiro título, a série LEGO Batman pega o gancho deixado no fim da história do segundo e tenta prosseguir a partir dele com proporções mais épicas para sua História e refinamento das mecânicas de gameplay (com a introdução de novas habilidades, de personagens e de roupas, para quebra-cabeças cada vez mais elaborados), mas peca na questão do ritmo de seu enredo e na previsibilidade de sua História, embora o jogo tente dar a ela um tom (um pouquinho) mais sério, e proporções muito maiores. É fato que a história é o que menos importa, quando se trata de diversão cooperativa casual (inclusive em muitos outros gêneros), desde que haja o mínimo de coerência entre sua proposta e as mecânicas, que são colocadas à disposição do jogador. Prova melhor disso, no contexto atual, é o primeiro jogo. E LEGO Batman 3 com certeza tem muitos méritos positivos nas evoluções que traz à franquia: excelentes visuais, maior riqueza de detalhes em cada fase, habilidades mais diversificadas para treinar, dominar e usar, simplificação nos controles ainda mantida e maior liberdade com os mundos abertos e HUBs, colocados em lugares diversos no game. Porém, o seu ritmo lento, e grande quantidade de personagens, que tenta ser abarcada pelo roteiro, acaba traçando uma armadilha muito comum para títulos com essa proporção (seja em filmes, séries ou games): a alocação menos inteligente dos recursos narrativos. Com tantos personagens, habilidades e possibilidades de uso para cada um deles, das duas uma: ou a narrativa se mantém mais lenta para dar espaço a cada um deles, ou continua com seu ritmo acelerado e atropela alguns pelo caminho. Os dois, em momentos específicos, acontecem aqui. Para jogadores menos exigentes (e com menor faixa etária, em regra) LEGO Batman 3 pode se manter muito bem em pé de igualdade com os outros títulos e preencher os padrões LEGO de qualidade. Agora, frente a quem cresceu jogando a série, as coisas podem ser um pouco diferentes.


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  • Se você conseguir The Game of Life 2 à venda, pode valer a pena. Novamente, sua diversão provavelmente será proporcional a quantas pessoas você terá para jogar, mas no que diz respeito às portas de jogos de tabuleiro, esta não é tão ruim.


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  • Jogar os modos de tênis e boliche não traz exatamente nada de novo para a mesa, mas é difícil não deixar a memória muscular entrar em ação após um longo período de ausência. O vôlei e o badminton também são uma grande entrada, sendo complementos adequados para uma bolsa repleta de modos de jogo variados.


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  • O segundo título do Homem-Morcego transportado para o Universo LEGO traz consigo todas as qualidades e garantias do primeiro jogo, e algumas outras inovações muito bem-vindas. Além das melhorias óbvias em seus visuais e no crescimento exorbitante do elenco de personagens, agora o game conta com uma Gotham City em mundo aberto, mais realisticamente colorida do que as fases do primeiro jogo, mas sem perder o tom cartunesco e bem humorado da série até aqui. Assim como acontece com o terceiro game, está escrito "Batman" como nome principal no título, mas a História engloba toda a Liga da Justiça, bem como alguns de seus vilões mais conhecidos. Aqui, a trama ganha mais ar de blockbuster e investidas um pouco mais "cinematográficas" no roteiro, além de incluir, pela primeira vez em um jogo LEGO, dublagem (ainda que em inglês) nos personagens. O áudio consolida o padrão LEGO de qualidade, e de fato, não se verão muito mais mudanças no Universo LEGO, pelo menos neste aspecto, a partir daqui. Os gráficos usam de forma mais inteligente os recursos de iluminação global, e não à toa, os visuais não ficam distantes do apresentado no próprio filme, que derivou deste jogo (mesmo com os efeitos de Blur, Nitidez e Ray Tracing adicionais no filme). Diversão garantida por várias horas, e para todas as idades. Excelente jogo LEGO.


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  • Capa de Gungrave: Overdose Foto de Nik! Nik! para Gungrave: Overdose
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    PS2
    há 2 anos

    A indústria dos jogos já viu inúmeros Dream Teams de respeito, como a equipe lendária por trás de Chrono Trigger, ou o elenco impecável da maioria dos jogos de Hideo Kojima, mas a existência do Dream Team por trás de Gungrave é tão escondida que de fato me deixa confusa um jogo tão bom ter ficado tanto tempo desconhecido pela sociedade. Gungrave (2002) não é um simples jogo, feito por uma simples empresa, sendo desenvolvido pela Red Entertainment e publicado pela gigantesca Sega. Temos uma equipe incrível por trás, exibindo cabeças notáveis como Yasuhiro Nightow (criador de Trigun) e Mahiro Maeda (animador que já trabalhou em grandes adaptações como Blue Submarine No. 6 e Evangelion). Mas afinal, o que é esse jogo? Como esse jogo tem um anime do qual nunca ouvi falar? E por que ele é tão desconhecido? Bom, jogos japoneses naturalmente acabam em uma via de mão dupla, ou são inesquecíveis e comentados por décadas, ou acabam sendo esquecidos no mesmo dia do lançamento, algo que aconteceu com essa franquia. Gungrave OD pode mostrar como jogos esquecidos possuem momentos incríveis. Gungrave OverDose (2004) é uma continuação direta dos acontecimentos do primeiro jogo, do qual irei me abster de spoilers no geral. Contando a história de Grave, um morto renascido com desejo de vingança de uma grande máfia chamada Millennion, que controla toda a cidade futurista de Billion. Por mais que tenha uma proposta simples, vai além disso. Claro que podemos sofrer algumas coisas da época, como jogos mais curtos para se encaixarem no limite do videogame, mas todos os problemas do primeiro jogo, como a dificuldade inexistente, sistemas de câmera lenta ou botões com mais de uma função, foram completamente tratados no segundo jogo. Trazer uma gameplay bonita através de gráficos com Cel Shading, gameplay desafiadora e sem descanso, e uma história mais profunda através de um simples sistema de visual novel e dois novos personagens. Deixando esses momentos de lado durante todo o jogo para que ação sem fim seja colocada na tela, virando quase um Bullet Hell 3D, um Shoot 'Em Up que sinceramente não sei como não queimou o videogame até sair fumaça na época de seu lançamento. É um jogo até relativamente longo para a época. Vale totalmente a pena jogar os jogos de PS2. Com o ritmo certo, podem ser zerados em torno de dois dias e com um apreço realmente muito grande em volta do jogo. Sinceramente, eu não esperava que eu fosse gostar tanto desse jogo. Foi uma surpresa agradável que claramente pessoas que gostam de jogos de ação, ou até mesmo visual novel, podem aproveitar uma experiência bem maluca com personagens incrivelmente bem desenvolvidos para os recursos limitadores da época. Ah, e mais uma coisa, se você está esperando alguma fala do protagonista durante o jogo, sinto muito, ele é mais calado que uma pedra!


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  • A Traveller's Tales, ou TT Games, é a detentora dos direitos exclusivos de desenvolvimento de jogos eletrônicos baseados em LEGO, e também é um ótimo exemplo de desenvolvedora que descobriu cedo o estilo de jogo ideal para as franquias em que pôde colocar as mãos. LEGO Batman: The Videogame é um jogo relativamente simples, mas muito divertido. E também, um exemplo de que diversão cooperativa descompromissada pode ser muito cativante, se bem feita. Com uma trama muito simples, mas que serve como boa desculpa para se explorar Gotham com Batman, Robin e mais uma "bordoada" de personagens, este jogo é diversão garantida para todas as idades. A "história", é presumivelmente dividida em fases, que são acessadas a partir do Bat-Computador, em cada um dos três veículos disponíveis na Bat-Caverna (Bat-Carro, Bat-Barco e Bat-Jato). E no decorrer de cada uma das três divisões, há certas fases em que os veículos são utilizados, e a perspectiva da câmera é isométrica em todas elas. Na parte de áudio, não possui linhas de diálogo para nenhum de seus personagens, mas apenas poucos sons de vozes para cada um (grunhidos, gritos, risadas e sussurros). Porém, há que se destacar os excelentes efeitos sonoros de explosões, itens quebrando, motores dos veículos e etc, além da trilha sonora, que também é muito caprichada. O jogo possui uma identidade visual muito própria, e ela se estende não somente aos gráficos, mas a todo o conjunto de efeitos, design das fases e também o áudio. Com certeza, se trata de um jogo do qual você poderá se lembrar automaticamente só de ouvir alguém jogando por perto. Por fim, é um jogo altamente recomendável e um dos melhores LEGOS já feitos. O seu desempenho em todas as plataformas é satisfatório, é fácil de jogar mas possui bons desafios na medida certa. Vale a pena conferir.


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  • Apesar de ser um fã mais assíduo do segundo título, acredito que os comentários que eu faria sobre ele também se aplicam a esse jogo em específico: o charme dos jogos de luta arcade, dos anos 90' a 2000, é um traço comum a todos eles. Perceber a evolução das mecânicas e do desenvolvimento de jogos através do gênero de luta pode ser um passatempo muito interessante, especialmente quando o observador escolhe exemplos de franquias que não perderam a sua essência nos títulos que se seguiram, independente das melhorias observadas, para manter em foco. Marvel Vs Capcom é um desses bons exemplos.


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  • Clubhouse Games: 51 Worldwide Classics é uma compilação sólida de alguns jogos fantásticos. Não, nem todos são vencedores, mas a grande maioria envolve versões simples dos melhores jogos de mesa do mercado. Embora a experiência single-player possa faltar um pouco, Clubhouse Games é sem dúvida uma das melhores experiências multijogador locais no Switch.


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  • Capa de Golf Gang Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Golf Gang
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    há 2 anos

    Jogado em conjunto com um grupo de amigos e uma grande variedade de modificadores que misturam as coisas, Golf Gang é uma piada absoluta, especialmente porque o jogo de tacadas e o tempo contam para sua pontuação. É um jogo de festa completo, mas parece um pouco leve (como muitos jogos de minigolfe) quando jogado sozinho.


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