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Muitas vezes ouço falar de jogos sendo criticados de longe por não terem muita relação com uma franquia ou ideia, mas simplesmente vestirem sua pele. Quando esses jogos surgirem, você deve sempre se lembrar de focar menos naquela skin e mais no que o jogo tem a oferecer. Escape the Backrooms é, simplesmente, um jogo de terror genérico que veste a pele dos bastidores, usando-a como inspiração e ao mesmo tempo explicando como o ambiente físico funciona através dele. Apesar disso, realmente não parece que este seja um jogo de bastidores; se você pegasse todas as texturas deste jogo e mudasse todas elas, provavelmente nem perceberia que era para ser um jogo de bastidores. Compare isso com Enter the Backrooms, um jogo que tenta realmente recriar a loucura sem fim que os backrooms deveriam ser, ou Within the Backrooms, um jogo que usa o conceito original como base, mas depois realmente dá seu próprio toque a tudo . Ambos os outros exemplos, se você pegasse todas as suas texturas e as alterasse, ainda pareceriam jogos de bastidores em suas próprias maneiras únicas. Não há exatamente muito mais que eu sinta necessidade de dizer. Além disso, é um caso de terror bastante comum com um tema. Não ajudou muito a me manter jogando, e eu preferia jogar outros jogos de bastidores.
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Criar seus próprios jogos é muito divertido, mas você não recebe muito feedback como desenvolvedor. Apesar de sua aparência old-school, é um bom jogo. No entanto, se parecesse melhor, seria mais atraente como jogo.
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Divertido e satisfatório, mas fundamentalmente muito simplista e um pouco explorável. É ajudado pela variedade de pragas disponíveis, mas o ciclo de jogo permanece o mesmo.
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Ajustado em todos os lugares certos, 2013 é o melhor PES da geração PS3, recriando deliciosamente o fluxo e refluxo do jogo moderno. Concerteza melhor que o de 2012
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Indiscutivelmente menos fluido e imediato do que o seu rival FIFA 12, o jogo single-player superior de PES 2012 é, no entanto, profundo, desafiante e muitas vezes completamente mágico.
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Este é um projeto pequeno, mas traz consigo sua cota de imagens indeléveis. O Aperture Desk Job confirma que, mesmo trabalhando em uma escala limitada, a Valve ainda é a melhor no mercado em colocar você no meio de um mundo de ficção científica bem realizado e evocar uma série de imagens imaginativas diante de você. olhos sem piscar.
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Através de uma combinação de jogabilidade muitas vezes relaxada, mas às vezes tensa, uma atmosfera sonhadora e personagens genuínos que parecem estar realmente vivos e todos vivendo juntos nesta sociedade isolada de saudade, Undertale transcende seu meio e se torna uma experiência genuinamente comovente que eu recomendaria. para qualquer pessoa que esteja aberta a uma jornada emocional às vezes triste, às vezes hilariante, sempre bizarra e envolvente.
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Para analisar o terceiro jogo da Saga Ultimate Ninja Storm, é necessário ter um detalhe em mente: nesta saga, existem os Jogos de Transição, como ficaram conhecidos (e este aqui é o primeiro deles), e os Jogos da História Principal. Vamos dividí-los nessa classificação mais didática. A primeira diferença que se percebe entre eles fica no título do jogo em si: os Jogos de Transição não são numerados, ao contrário dos jogos da História Principal (Storm 2, 3, 4, etc.). A segunda diferença, em relação ao conteúdo, é perceptível pela classificação que adotamos: os jogos da História Principal adaptam os principais arcos da história do anime em si, enquanto que os jogos de Transição têm bem menos conteúdo (histórico, ou canônico, como preferir), mas se debruçam sobre outra coisa. Essa "outra coisa" nos leva ao principal objetivo deste jogo, e dos demais jogos de Transição: servir de campo de testes para refinamento das mecânicas de combate. Aqui, novidades importantes são introduzidas à jogabilidade e algumas delas se mantiveram nos títulos que se seguiram. Pra começar, o combate está mais rápido e fluído. Foi dada atenção especial à agilidade na movimentação dos personagens, à dinâmica dos suportes (em ataque e defesa), e à fluidez de movimento das cenas de ação. Ao utilizar a defesa, e puxar o analógico em alguma direção, por exemplo, o personagem pode ser movido de maneira mais ágil pela arena, facilitando o desvio de projéteis, parceiros e investidas do adversário. Além disso, personagens que possuem relação entre si na história podem ser combinados nas equipes, e darem ao jogador a possibilidade de usar Técnicas Supremas Conjuntas (por exemplo, Naruto e Sasuke, Time Asuma, e etc.). Na história, animações produzidas pelo próprio Studio Pierrot (o responsável pelo anime) foram utilizadas para esse jogo, e isso deve ser um aditivo interessante para os fãs mais exigentes. Apesar de muito curta, a história sendo contada através dessas animações no estilo do próprio anime é, possivelmente, a melhor maneira de contá-la, se somada às batalhas épicas de chefes, pelas quais a saga é tão famosa (e que estão ausentes, nesse título). Pena que essa combinação não é vista em nenhum título da Série, e muito bom seria se esse fosse o padrão. Por fim, cabe destacar que Generations se enquadra bem no Padrão Storm de qualidade, e que suas adições à saga são muito bem-vindas. Tal jogo merece ser tratado como o que se propõe a ser: mais uma peça no quebra-cabeças que monta o padrão da saga Storm, e se fosse pra situá-lo em um ranking envolvendo os títulos, por toda a combinação de fatores citada, ele estaria em 4° ou 5° lugar (de 7 jogos), provavelmente.
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A SAGA STORM DEVERIA TERMINAR AQUI Depois de 5 títulos em cerca de 8 anos, a saga Ultimate Ninja Storm fecha sua adaptação das partes mais importantes do anime Naruto com o seu sexto capítulo, que deveria ser o último da saga** e primeiro jogo de Naruto a marcar presença na Oitava Geração (PS4 e Xbox One). Com os visuais mais bonitos e vibrantes já vistos na série, jogabilidade reformulada (e mais balanceada), além de uma bela dose de adaptação canônica épica, atende ao principal objetivo de sua existência (de acordo com seus realizadores): longevidade. Se concentrando, de início, nos capítulos finais do anime, o modo História adapta a continuação e o desfecho da Quarta Grande Guerra Ninja. A apresentação, que é feita em um menu de capítulos dispostos em uma linha do tempo, com belas ilustrações de fundo, difere do padrão apresentado anteriormente na série, que consistia na realização de eventos por uma Konoha explorável (ainda que de maneira bem superficial) e eventualmente incluindo outras vilas e regiões. A prévia e o desfecho de alguns capítulos é apresentada com trechos dos gráficos em cel-shading, e são usadas imagens estáticas do próprio anime, com narração e vozes dos personagens de fundo em alguns momentos. Nesse último aspecto, a escolha do desenvolvimento destoa um pouco do tom pretendido para o jogo, que tem a óbvia pretensão de ser maior do que qualquer coisa que já se tenha visto anteriormente na saga. E por mais que se consiga isso de fato, e além disso, deixar o game até parecido com a dinâmica de se assistir o anime (com algumas dessas transições), fica explícito que a narração e as imagens estáticas se destinam a facilitar os trabalhos do desenvolvimento e diminuir o conteúdo original do jogo. Um outro destaque digno de menção é a dublagem 100% em Português Brasileiro, e este recurso, embora muito solicitado por fãs em títulos anteriores, aparece pela primeira vez aqui. Ironicamente, acaba não sendo utilizado por grande parte dos jogadores (nas gameplays "públicas", pelo menos). No combate, tornou-se possível a Troca de Líder, no meio da luta, embora os três compartilhem a mesma barra de vida. A separação entre Ultimate Jutsu, Despertar e uso das equipes não existe mais aqui, por ter sido muito criticada no título anterior. Já alas Técnicas Supremas Combinadas voltaram, dessa vez, com mais possibilidades de equipe, e ainda mais poderosas do que antes (destaque para: a Akatsuki, com todos os membros originais; os Nove Jinchuurikis; os Sete Espadachins da Névoa; o Quarteto do Som, e os Seis Hokages). A Quebra de Guarda ainda existe, mas seus efeitos foram diminuídos, para balancear o combate. A movimentação conta agora com uma Super Investida de Chakra (Triângulo + segure X no PS4, e Y + segure A, no Xbox One), além de todos os movesets anteriores. Falando em movesets, destaque negativo fica para a falta de inovação nas técnicas e ataques da maior parte dos personagens. Enquanto os "principais", como Naruto e Sasuke, por exemplo, ganharam mais de 20 roupas, e mais de 10 versões diferentes de moveset, outros se mantém absolutamente da mesma forma desde o início da saga: trio Ino-Shika-Cho, Haku e Zabuza, os Sannins Lendários: Tsunade, Jiraya e Orochimaru, entre muitos outros. Prosseguindo, o Modo Aventura adiciona o componente do mundo aberto, ausente da História principal e traz mais conteúdo ao game. Por meio de DLCs, o título também recebeu mais conteúdo para ambos os modos, e passou a incluir também os primeiros arcos da História de Boruto Next Generations, bem como alguns de seus personagens. A atualização, lançada em 2017, recebeu o nome de Road to Boruto e desempenha um papel parecido com a Full Burst do Storm 3. Encerrando, Ultimate Ninja Storm 4 é o suprassumo do que a Saga Ultimate Ninja Storm tem a oferecer, e se consolida como um dos melhores jogos baseados em anime de toda a História dos Games. Possui deficiências pontuais, e algumas são compartilhadas com os títulos anteriores, mas ainda assim, um bom jogo de luta que vale a pena experimentar. **OBS. FINAL: para mim, particularmente, a Saga Ultimate Ninja Storm termina nesse título, e Storm Connections foi só um delírio completamente desnecessário.
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Considerado por muitos o melhor Ultimate Ninja Storm já feito (e, embora eu entenda o prestígio, isso não me inclui), o Terceiro Jogo de História Principal da saga (e o quarto em ordem de lançamento) traz um novo capítulo à adaptação do Universo de Naruto para os videogames de sétima geração (inicialmente) e depois para PC. E este título contém um aspecto que o define bem: a grandiosidade do seu conteúdo. De início, fica fácil constatar que as coisas sempre funcionam de maneira diferente quando as desenvolvedoras e publishers resolvem pedir a opinião de seus fãs, em busca de melhorias e sugestões de conteúdo para seus jogos, e o Storm 3 representa o primeiro passo da CyberConnect2 nessa direção. Como resultado dessa iniciativa de parceria mais direta com seus fãs, é incluída, pela primeira vez, a localização em outros idiomas, incluindo o Português Brasileiro. E embora não tenha ficado a mais polida das localizações, a sua simples presença é um detalhe importante, digno de pontuação. Além disso, e voltando à questão do conteúdo histórico, Ultimate Ninja Storm 3 é o segundo (ou terceiro) maior de toda a Saga, cobrindo a continuação do ponto exato onde Storm 2 terminou (fim do Arco do Pain, e formação da Equipe Taka): desde Invasão da Cúpula dos Kages até o equivalente ao primeiro terço da Quarta Grande Guerra Ninja. Ademais, a adaptação das lutas principais, somada ao enredo com gráficos em cel-shading predominantes (assim como em Storm 2) tornam a experiência de campanha deste jogo bastante agradável (considerando os padrões esperados). O combate reformulado inclui mudanças que dinamizam ainda mais a movimentação e a fluidez: funcionamento diferente da barra Storm, com a atuação dos personagens de suporte mantida do jogo anterior, maior elenco de personagens, refinamento da qualidade gráfica, entre outras melhorias. Por sua vez, os destaques negativos ficam para a localização, anteriormente citada, a existência de alguns bugs gráficos na versão de lançamento (em PS3), o aparente downgrade nos detalhes de algumas cutscenes recapituladas de jogos anteriores, e a falta de precisão da mecânica de substituição em algumas lutas do game. Por fim, salienta-se que o refinamento dos padrões da Saga Storm seguiram seu curso nesse jogo, e sofreram mais adições do que prejuízos importantes, e a atenção dada aos pedidos dos fãs com certeza faz parte dos motivos que colocam esse título nos primeiros lugares das listas de muitos jogadores e fãs ao redor do mundo. Com exceção do Generations, o único em toda a saga que não foi portado para PC, os requisitos para um bom desempenho são bem modestos, o que denota boa otimização nos portes dos jogos.
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A regra desse jogo é clara: aperte todos os botões o mais rápido que puder, uma hora vai dar certo. Sei que estou simplificando muito, mas o resumo tem nexo, isto se considerarmos que Marvel Vs Capcom 2 é um jogo de luta arcade propositalmente imaginado para ser tão frenético e caótico quanto possível. Mas, para ser justo, este é um Street Fighter (referência de jogabilidade) consideravelmente mais rápido e pirotécnico com seus efeitos visuais. Os visuais em 2D são belíssimos, e este se trata de um épico dos fliperamas que foi portado com sucesso para a Sexta e Sétima Geração de consoles. Além disso, ostenta um posto interessante na indústria dos games: é o jogo baseado em super heróis mais bem avaliado pela crítica, e permaneceu nesse posto durante cerca de 8 anos, até a chegada de Batman Arkham Asylum. No caso específico do PS2, a emulação faz muito bem à preservação deste game, que possui requisitos muito baixos para um desempenho satisfatório, por isso, eis um conselho: caso tenha um hardware modesto**, não se limite à resolução nativa do PS2 quando for experimentar. Aventure-se em resoluções mais altas sem nenhum medo, e divirta-se. O melhor jogo para lutas casuais com amigos que eu conheço. **OBS.: No meu caso, a UHD Graphics 630 do meu Intel Core i3 de 11ª Geração aguenta 1080p de resolução tranquilamente (não jogo em resolução mais alta porque não tenho monitor pra isso).
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Jogo perfeito principalmente pra quem é old e pra quem gosta de jogos nesse estilo, foi muito bem feito, joguei e zerei com meu irmão mais velho relembrando os velhos tempos
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Rápido para aprender, rápido para jogar e proporcionando grandes doses de diversão, independentemente de você estar tentando dominá-lo ou apenas vendo quantos efeitos de cartas insanos você tem em uma única partida, Friends vs Friends é uma jóia de jogo de tiro PvP que pode facilmente mantê-lo envolvido por sessões prolongadas. Então, reúna o máximo de amigos que puder (supondo que você consiga fazer com que eles comprem o jogo ou presenteie-os com cópias) ou simplesmente entre no jogo casual para enfrentar “amigos” que você ainda não conheceu, porque de qualquer forma, você ' vamos nos divertir muito aqui.
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Um dos piores jogos que eu já joguei na minha vida! Insisti em jogar essa merda durante 1 ano. Algumas vezes parava e depois voltava a jogar. Mas hoje esse ciclo se encerra! É um jogo totalmente desequilibrado, aonde parece que o intuito dele é te prender em uma patente. É impossível subir de rank, pois quando tiver faltando poucos pontos para subir, ele fará questão de montar um time, cujo os players ou são tóxicos, ou ruins/patente inferiores, ou players que ficam afk. É lotado de smurfs, a cada 10 partidas jogadas, 9 tem um jogador, que claramente é smurf, matando mais de 30 bonecos. É um jogo cujo o foco é sempre banir os players, seja por voz ou chat, ou por abandono, mas não da a mínima atenção no balanceamento do game. Sempre que você estiver prestes a subir de patente, a riot fará questão de colocar pra jogar contra o seu time, um time com jogadores de ranks superiores e com smurfs, enquanto em seu time, haverá players de patentes inferiores e que são trols! Enfim, não vou me prolongar, porque sinceramente, nesse jogo não há nenhum ponto positivo, só negativos! Porém se for listar todos esses pontos, a avaliação irá parecer um livro. Mas enfim, o jogo é péssimo, se quiser lazer e não se estressar, nunca jogue essa merd...
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Na teoria, o jogo é incrível, na prática, estressante. - Positivo: belos visuais, evolução adequada, robôs interessantes, objetividades. - Negativo: câmera descontrolada, os robôs transitam muito, mas a câmera não foca neles, você acaba atacando o horizonte. Deveria haver um modo fácil de focar num robô ou pessoa na hora da batalha, e a câmera focar nela sempre que houver passagens. Eu travei no nível 19, e não consegui evoluir mais, pois começou os animais que voam, e sem mira automática é impossível de ser feliz.
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Série de culto se saiu muito bem no jogo. A diversão é quase instantânea, mas também desaparece rapidamente. Se houvesse mais possibilidades e ambientes, talvez permanecemos ali mais tempo. Por algumas jogadas o jogo funciona bem, mas poucos jogadores retornarão com frequência. A impressão também é corrompida por recursos visuais obsoletos e problemas técnicos.
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No geral, este não é um jogo ruim, mas acho que há alguns pontos-chave que realmente faltam e que o impedem de ser um bom competidor ou sucessor de Melee. O buffer de entrada é um grande problema. Um buffer NUNCA parece certo ou bom, não importa quanto tempo você gaste tentando se acostumar com ele. Eu entendo que há alguns obstáculos a serem contornados ao fazer um jogo como este destinado a ser jogado online, mas Melee online, mesmo com alguns picos de atraso, parece muito melhor do que o buffer de 6 quadros neste jogo. Mas a coisa mais linda é sensacional desse jogo são os mods.
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Embora ReadySet Heroes seja melhor com amigos, também é surpreendentemente robusto como um jogo para um jogador. Você pode escolher jogar como várias criaturas de desenho animado e, embora essa escolha não afete o estilo de jogo, funcionaria bem como uma introdução suave ao gênero para os membros mais jovens da família.
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Mano, eu gostei, apenas. Seja pelas vezes que me surpreendeu ou me assustou, eu realmente não esperava que iria ser assim, fiz todos os finais e realmente continuei gostando da experiência. Enfim, eu recomendo, mas é aquilo né, se você não gostar eu não julgo, parece aqueles jogos de amor ou ódio.
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Que jogo excelente de bom!! Joguei no emulador e foi uma grande surpresa. História focada em gangues, missões muito diferentes, nenhum momento tem a sensação de estar repetitivo. Trilha sonora simplesmente perfeita! Único detalhes é a jogabilidade que não envelheceu bem.
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