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Sobre

O enredo é focado no conflito entre um império maligno e criaturas mágicas, os Espers, passado num mundo semi-vitoriano, com tecnologia equivalente à época da Revolução Industrial. Pela primeira vez o jogo passa a mostrar um lado mais tecnológico do que medieval, mostrando por exemplo ferrovias. O jogo apresenta 14 personagens jogáveis e traz assuntos polêmicos como suicídio e gravidez na adolescência.

Análises (5)

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  • Foto de Lucas Praxedes Lucas Praxedes
    no
    GBA
    há 6 anos

    Sistema de habilidades muito interessante, no inicio fazendo parecer que o jogo será fácil graças a elas. Opinião essa que muda ao decorrer do game. Em relação ao enredo, em sua "primeira metade" é muito bem desenvolvido, cruzando histórias das cidades e reinos. Já a "segunda metade" se mostra inferior nesse aspecto, te empurrando para a finalização do game.

  • Foto de Cauã Lisboa Cauã Lisboa
    no
    SNES
    há 1 ano

    Esta análise contêm spoilers

    A trilha sonora deste game fora aparecer no momento certo ainda possui um ritmo tão bom que dá para se ouvir sozinho enquanto faz outra coisa, sua jogabilidade é bem única compara até mesmo os JRPG's de hoje em dia com cada personagem podendo ter algo que como habilidade o torna bem diferente e novo ao mesmo tempo que o faz se aproximar quando é ouvido sua trilha sonora que cada um possui sua própria e mostra bem sua personalidade nelas, sua história possui um desenrolar perfeito mostrando como cada personagem lida com situações pesadas e tristes e claro além disso sua rolê play é salva pela trilha sonora que não te entedia quando está buscando o objetivo por ser bem diversificada e mudar no momento certo e além disso os mais de 10 personagens possuem desenvolvimento momentos próprios e reações muito bem características. World of Balance: A primeira parte é a que faz você amar o jogo por conta da história e relações dos personagens onde cada um demonstra bem o quanto são opostos mas precisariam trabalhar juntos para derrotar o Vilão que é outro ponto positivo neste começo, e claro aqui possui a primeira variação de personagens ( que é bem extensa porém boa) do game mostrando em boa parte do tempo como seu personagem favorito está agindo no momento. O World of Ruin: A segunda parte do jogo faz você ver o lado de cada personagem que não fazia ideia que veria, alguém focado se distraindo pois sua depressão retornou, a mais nova do grupo não se entregando a tristeza e mais desenvolvimento para os personagens, neste ponto o jogo é um mundo aberto muito bom pois cada cidade teve uma reação diferente apois o fim dos tempos, e a liberdade é o que compra nesta parte você pode ir enfrentar o chefe final ou explorar, e te garanto se já chegou até aqui sabe o quanto este mundo é vasto e trata obre temas muito bem pensados e tenho que parabenizar a luta final, o vilão ganha nossa atenção na pirrimeira parte mas aqui ele brilha em sua brilhante e teatral luta final. Se está se perguntando qual versão jogar comece pela a do Snes e se quiser rejogar o GBA é mais perfeito por conta da sua inclusão de mais partes adicionais. Para quem curte um JRPG old School que usa certas coisas dos mais atuais este é o game perfeito para você porém não é a melhor opção para iniciantes. E além disso faz o mais importante em uma game divertir o jogador, coisa que aparece que boa parte dos games atuais andam esquecendo.

  • Foto de Cauã Cauã
    no
    SNES
    há 1 ano

    O que mais me surpreendeu nesse jogo foi sua incrível forma de te fazer gostar dos personagens cada um acaba tendo o seu carisma, um desenvolvimento muito bom até perfeito eu diria, sua proposta consegue ser cumprida com exatidão e até mesmo um toque final, seu começo é bem surpreendente nos vemos o vilão agindo e começamos a também pegar ódio o no mínimo entender a motivação de quem o quer morto, sua jogabilidade é bem única cada personagem tem seu ponto forte, até mesmo há um personagem que vc faz comandos de golpes de lutadores de jogos de luta para ele fazer um ataque, sua ambientação há de ser elogiada até os dias de hoje pois eu sinto carinho com as paisagens, sua história mescla muito bem e é uma verdadeira obra-prima de realização, até mesmo personagens que poderiam parecer irrelevantes para a trama possui um desenvolvimento bom e divertido de acompanhar, porém nem tudo é um mar de rosas este game possui os problemas de jrpg antigos e é isso no máximo, é irrelevante é! Mas tá lá! É uma sensação bem única zerar ele pela primeira vez, seu mundo aberto é muito bom de se explorar principalmente dos 80% em diante o famoso "world Of ruin", se está na dúvida jogue não irá se arrepender. É uma obra-prima com seus 3 ou 4 problemas negativos. E ele me divertiu e é isso que importa, os personagens possuem carisma até mesmo em cutscenes ou quando você interage com cenários e sinceramente conseguirão explorar o mundo apresentado muito bem no " world in balance", sinceramente só não dou 10 pq sou rígido de mais até com o meu jrpg preferido que de lá com meu segundo jogo preferido da vida.

  • Foto de Pedro Rocha Vaz Pedro Rocha Vaz
    no
    SNES
    há 6 anos

    Simplesmente o melhor RPG da era 16 bits. Audio fantástico para o hardware da época com músicas compostas pelo mestre Nobuo Uematso. Enredo mais complexo, intrigante e cheio de surpresas já visto até então. Gráficos tradicionais, mas muito bem feitos para um jogo da quarta geração. A jogabilidade ganha, no sistema de batalhas em turno, bastante com as habilidades únicas de cada personagem, e o sistema de magias mais complexo. A história desse jogo vai te prender do início ao fim.

  • Foto de Kaizo Yarikane Kaizo Yarikane
    no
    GBA
    há 1 ano

    Uma das melhores narrativas dos 6 primeiros jogos de Final Fantasy, boa trilha sonora, personagens maravilhosos, principalmente Locke, Terra e Celes, e um vilão magnífico que é o Kefka, as classes são bem distribuidas entre cada personagem e a batalha final é um inferno de difícil, o jogo também traz boas variedades de gameplay como os momentos de cair nas correntezas e batalhas com armaduras.

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