Análises
6341 análises encontradas
Portal 2 foi um dos melhores jogos que joguei até hoje, tem uma historia interesante, enigmas unicos (alguns fiquei horas para conseguri entender) mas tirando isso, e um jogo otimo, joguei as duas franquias do jogo, o portal e o portal 2 que sempre foram otimos, nunca vi um jogo tão pesado rodar em um computador de trabalho igual o meu, não tive nenhum problema com bugs ou travamentos, no começo não tinha gostado muito mais então percebi que era uma obra de arte.
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O primeiro jogo com gráficos 3D da franquia, achei até que bom. Relativamente bem feito, jogabilidade se manteve bem fluída e animada assim como seus antecessores. Acho que podia ter uma trilha sonora mais envolvente, além de uma lore mais profunda também, acredito que prenderia mais o jogador no game (algo essencial se tratando de um game service pay to win com Shadow of fight 3).
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Jogo bom para se divertir, mas se você jogar pela campanha você vai se decepicionar, de todos os jogos da franquia, essa é a história mais fraca e corrida de todos, muitos personagens que poderiam ser bem explorados ficaram jogados no escanteio. Teve muitos bugs também, alguns divertidos, outros bem chatos, mas nada que atrapalhase muito no jogo. Um ponto muito positivo foi a ambientação, foi caprichado ! França em plena revolução francesa foi o top 1 do game ! Mas... o jogo poderia ser muito melhor !
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Joguinho bastante divertido, disponível na Steam, navegadores e no celular, o game é de fácil acesso. Muito bacana como um game de bolso, bastante divertido. Não tem um pay to Win tão intrusivo, além disso tem uma grande variedade de armas, tropas, tanques, bombas, etc.
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Analise feita apartir de uma jogatina no Xbox Series. Persona 4 foi um dos poucos jogos que me fez rir e sentir temor por algo ao mesmo tempo, e o jogo consegue fazer isso de uma maneira tão suave. Toda a trama do jogo é composta por assuntos macabros e misteriosos, mas o próprio jogo quebra esse clima de maneira divertida, e na minha opinião, isso que torna Persona 4 tão especial. Alguns pontos negativos a ser citados aqui, Persona 4 não é um jogo tão simples quanto parece, muito pelo contrário, ele adiciona um toque de dificuldade pra quem veio jogou Persona 3, todo o sistema de Dungeons e gameplay tiveram uma boa mudança o que podem tornar o jogo um pouco mais desconfortável para ser jogado a primeira vez, mas isso não estraga a perfeita história que o jogo tem. A trilha sonora, mesmo não sendo considerada boa por alguns (o que é de certa forma um crime), consegue encaixar perfeitamente no jogo, o ritmo das músicas são totalmente marcantes, as letras são contagiantes, cada momento é incrível, cada frase dita pelos personagens é memorável e isso que deixa tudo mais interessante.
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Depois de ter jogado o 2033, experienciar o Last Light não só foi maravilhoso, como uma experiência bem diferente do primeiro jogo. O Last Light, por mais que tenha foco na ação, usou muito mais os elementos de terror de uma forma muito boa que consegue te pegar. Um exemplo é o fato de ter ocorrido uma guerra nuclear no país, com a gente tendo visões de crianças, famílias e outras vítimas vendo as bombas caindo, sem contar nos vários diálogos que tem no jogo de NPCs conversando entre si. A gente escuta pais falando com seus filhos pra não se preocuparem porque tudo ia ficar bem, e tem até um diálogo de um pai com uma filha, ambos doentes pra carai por causa de uma doença que se espalhou no Metro, dizendo que a "Mamãe" já estava em casa, segura, e que logo logo eles estariam com ela. Eu fiquei pensativo sobre essa fita, de se realmente a mãe da criança tava viva e bem, ou o pai só não teve coragem pra falar pra própria filha que a mãe dela tinha morrido. Coisas assim que me pegaram no jogo, sem contar o fato da gente ter umas visões absurdas ao decorrer do progresso, com a gente visitando até algo que particularmente me lembrou do inferno, com várias mãos saindo das paredes e chão, clamando por salvação desesperadas. Artyom continua com aquela fita de só falar nas loading screens, mas lado bom disso tudo, rapaz meteu o boneco in-game, o que quase me fez tomar strike kkkk obg YT. Eu acho daora que as suas escolhas, assim como no primeiro jogo, vão ir decidindo qual rumo a história vai tomar, seja um bom, ou ruim. Muita reviravolta, muita porradaria bomba stealth animação de limpar a máscara de gás pra tirar o sangue da tela (oq eu achei bem daora mesmo sendo um detalhezinho pequeno) e muitas outras coisas te aguardam em Metro Last Light, a experiência é maravilhosa, e o final... sem palavras.
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Cara... o que falar desse games? Eu amo a franquia Metro. Esse primeiro pra mim foi extremamente marcante. O fator terror dele não é em si tão grande, ele foca mais na ação e na história, mas quando tem o terror, é muito bem executado, tendo partes muito tensas, como por exemplo: quando a gente tem que passar por uns bichos enormes, cegos, que tem uma audição assustadora, e são muito fortes. Entramos no que parece ser uma toca deles, onde tem vários infestando o lugar; isso é só um exemplo de parte assustadora nesse jogo, que por mais que não tenha várias, as que tem conseguem marcar. Eu gosto da dublagem do jogo com sotaque russo mas acho paia os personagens ficarem falando inglês entre si, porque eles são russos e tão na Rússia.. por quê não só contratar uns dubladores russos, nem que seja pra algumas partes específicas? Eu até entendo que ficar lendo as legendas toda a hora poderia atrapalhar na gameplay nas partes de ação, mas ainda assim seria legal se tivesse eles falando sua língua nativa uma vez pelo menos. Artyom é um personagem que eu gostei, mas achei totalmente sem sentido não deixar ele falar in-game, só nas telas de loading. O personagem falar, pelo menos pra mim, não tira em nada a imersão. Sem contar que se os caras já tiveram o trabalho de contratar um dublador pra fazer a voz do Artyom nas loading screens, por que não fazer mais algumas linhas de fala pro Artyom durante o jogo? Preguiça? Cortar gastos com dublagem? Sei lá, mas achei paia. O combate é bem daora, eu fiquei bem satisfeito de usar as armas, especialmente a AK que é GOTY nesse jogo. A gente enfrenta uma variedade de inimigos que eu gostei muito, variando dos Nazis, Comunas e lógico, as criaturas medonhas que a gente encontra ao ar-livre e no Metro em si. O final do jogo me deixou com aquele gosto de quero mais, e achei muito triste o que rolou com os Dark Ones, ainda mais sabendo que eles em si não eram os fdp da história. Jogasso, adorei cada segundo, por mais que tenha tido partes difíceis até de mais.
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Esta análise contêm spoilers
Bem, achei o jogo bem interessante e impressionante, é um jogo de RPG de Ação estilo Souls-like e com tema fantasia sombria. Os controles do jogo para a versão mobile até que são ótimos e respondem bem os comandos no toque na tela. O ambiente do jogo é bem interessante e sombrio, e o jogo também é um pouco complexo, mas que não deixa a desejar, dar para jogar de boa, vale a pena comprar o jogo sem medo de se arrepender.
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Apesar de ser um game de 2002, ainda assim consegue ser totalmente jogável e divertido para os dias atuais. Um ótimo jogo com uma pegada bastante semelhante ao GTA porém depois de ter zerado posso dizer que um dos fatores que faz ele ser ótimo é a sua história, basicamente ele carrega o jogo com um enredo envolvente e ótimos personagens, de ponto negativo eu destacaria as suas missões que resumidamente é pegar o carro, ir até um local, matar uns inimigos e ao final assistir a uma Cutscene da história e isso é até legal no começo mas logo se cansa por ser repetitivo mas o bom que a jogo não é longo, sendo que conclui em pouco mais de 11 horas. Outro ponto negativo é o seu mundo aberto que tem quase nada para se fazer nele e por último de negativo fica os vários crash que o jogo apresentou e tive que fechar e abrir de novo para continuar a jogatina. No mais deu para curtir o game e recomendo para quem não teve ainda a oportunidade de jogá-lo.
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Taí, talvez, o jogo mais injustiçado da história recente dos games. As notas baixas no lançamento por conta dos bugs ofuscaram esse jogão. Melhor RPG de tiro da atual geração, muito imersivo (talvez seja a qualidade que mais defina esse game), ótima gameplay, história e narrativas bem construída, personagens carismáticos e de grande identificação com o jogador. Depois de Fallout 4, estava carente de um bom RPG de tiro (FPS), e Cyberpunk 2077 veio preenche esse vazio com maestria. Hoje nem consigo mais dizer que Fallout 4 seja melhor. A DLC veio abrilhantar ainda mais o game Phantom Liberty, encaixando-se na história do jogo base com perfeição e adicionando novos elementos à gameplay e construção do personagem.
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