Análises

6339 análises encontradas
  • Capa de Among Us Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Among Us
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    Win
    há 2 anos

    Mergulhando em Among Us, vejo o charme apesar de sua simplicidade, e não posso deixar de amar a maneira como esse jogo me faz olhar para todos como se fossem super sus. Among Us é o que é, e sem remorso. Este ano pode ser ruim, mas ter experiências divertidas definitivamente não é; Among Us oferece um alívio muito necessário da realidade sem se levar muito a sério.


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  • Capa de Among Us VR Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Among Us VR
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    PS4
    há 2 anos

    Simples é um tema geral para Among Us VR. No lançamento, o jogo não possui a maioria dos modos e opções avançadas do jogo principal e vem apenas com um mapa. Dito isso, quando o original foi lançado, seu escopo era igualmente limitado e esperamos que atualizações regulares em VR tornem esta versão igualmente robusta. Mesmo com apenas um mapa, esta é uma experiência excelente entre nós.


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  • Você pode ver Mario Kart 8 Deluxe como uma versão fácil, porque até certo ponto é. Mas seria tolice desconsiderar a diversão máxima que esta experiência de kart oferece por causa disso. Se você possui um Nintendo Switch, Mario Kart 8 Deluxe é uma compra essencial que você jogará por mais de três anos e nunca se arrependerá de ter comprado.


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  • Capa de Gang Beasts Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Gang Beasts
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    PS4
    há 2 anos

    Gang Beasts é um jogo para amigos. É engraçado, bobo e inconsequente. Com uma grande variedade de fantasias para vestir e lugares para brigar, você pode jogar um ou dez jogos e se divertir muito.


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  • Capa de Gartic (2017) Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Gartic (2017)
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    Web
    há 2 anos

    O jogo é divertido demais quando vc não sabe desenhar porque se você sabe desenhar você não vai se divertir tanto assim. Todos os tipos de Gartic são bem legais, e fácil demais de jogar é só pesquisar e pronto é só jogar.


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  • Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Uno Capa de Uno
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    Win
    há 2 anos
    Capa de Uno Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Uno
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    Win
    há 2 anos

    Supondo que você goste do Uno, saiba que com a câmera a caminho o aspecto social do Uno só vai aumentar. O rastreamento estatístico e as tabelas de classificação on-line do Uno adicionam uma profundidade surpreendente a este pacote.


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  • Capa de Deceit 2 Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Deceit 2
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    Win
    há 2 anos

    Deceit 2 simplesmente tentou encaixar o máximo de elementos demoníacos e relacionados ao terror no conceito simples de um jogo estilo mafioso e acabou dando origem a uma bagunça incoesa. Nem toda esperança está perdida, pois o jogo mostra pequenos vislumbres de potencial, mas, infelizmente, não é suficiente para compensar todos os seus problemas. Resumindo, esta experiência confusa é incrivelmente esquecível e sem graça. O jogo em si é desanimador, enquanto o conteúdo é esmagador, é um paradoxo incoesivo de um título que carece de qualquer sinergia adequada, deixando os novos jogadores confusos e os jogadores que retornam, desapontados.


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  • As mesmas coisas de todos os jogos de backrooms, todos são iguais, eu gosto mais do escape The backrooms porquê ele e maior e mais divertido. Os termos técnicos desse jogo é ruim, o barulho da primeira parte do jogo é uma porcaria uma das piores coisas que eu ouvi na minha vida, então se vc for escolher um pra jogo, joga o escape The backrooms.


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  • Capa de FIFA 22 Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para FIFA 22
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    PS5
    há 2 anos

    FIFA 22 mostra seu potencial desperdiçado a cada passo do caminho. Quando tudo funciona como deveria, é o melhor FIFA dos últimos anos. O problema é que, embora às vezes a nova tecnologia HyperMotion funcione muito bem e realmente faça uma diferença notável, o jogo muitas vezes escolhe animações erradas em seu impressionante conjunto de 8 milhões. Esperemos que a EA Sports se baseie nessas bases promissoras, conserte o que precisa ser consertado e proporcione uma experiência verdadeiramente excelente no próximo ano.


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  • Considerado por muitos o melhor Ultimate Ninja Storm já feito (e, embora eu entenda o prestígio, isso não me inclui), o Terceiro Jogo de História Principal da saga (e o quarto em ordem de lançamento) traz um novo capítulo à adaptação do Universo de Naruto para os videogames de sétima geração (inicialmente) e depois para PC. E este título contém um aspecto que o define bem: a grandiosidade do seu conteúdo. De início, fica fácil constatar que as coisas sempre funcionam de maneira diferente quando as desenvolvedoras e publishers resolvem pedir a opinião de seus fãs, em busca de melhorias e sugestões de conteúdo para seus jogos, e o Storm 3 representa o primeiro passo da CyberConnect2 nessa direção. Como resultado dessa iniciativa de parceria mais direta com seus fãs, é incluída, pela primeira vez, a localização em outros idiomas, incluindo o Português Brasileiro. E embora não tenha ficado a mais polida das localizações, a sua simples presença é um detalhe importante, digno de pontuação. Além disso, e voltando à questão do conteúdo histórico, Ultimate Ninja Storm 3 é o segundo (ou terceiro) maior de toda a Saga, cobrindo a continuação do ponto exato onde Storm 2 terminou (fim do Arco do Pain, e formação da Equipe Taka): desde Invasão da Cúpula dos Kages até o equivalente ao primeiro terço da Quarta Grande Guerra Ninja. Ademais, a adaptação das lutas principais, somada ao enredo com gráficos em cel-shading predominantes (assim como em Storm 2) tornam a experiência de campanha deste jogo bastante agradável (considerando os padrões esperados). O combate reformulado inclui mudanças que dinamizam ainda mais a movimentação e a fluidez: funcionamento diferente da barra Storm, com a atuação dos personagens de suporte mantida do jogo anterior, maior elenco de personagens, refinamento da qualidade gráfica, entre outras melhorias. Por sua vez, os destaques negativos ficam para a localização, anteriormente citada, a existência de alguns bugs gráficos na versão de lançamento (em PS3), o aparente downgrade nos detalhes de algumas cutscenes recapituladas de jogos anteriores, e a falta de precisão da mecânica de substituição em algumas lutas do game. Por fim, salienta-se que o refinamento dos padrões da Saga Storm seguiram seu curso nesse jogo, e sofreram mais adições do que prejuízos importantes, e a atenção dada aos pedidos dos fãs com certeza faz parte dos motivos que colocam esse título nos primeiros lugares das listas de muitos jogadores e fãs ao redor do mundo. Com exceção do Generations, o único em toda a saga que não foi portado para PC, os requisitos para um bom desempenho são bem modestos, o que denota boa otimização nos portes dos jogos.


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  • Sinceramente pelo oq eu tinha visto do jogo aquele negócio feito de plástico que chamo de pc não ia rodar nem no mínimo mas rodou tudo no máximo e fluído, só é meio chato a falta de legenda


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  • Antes de mais nada, é necessário frisar que a importância desse jogo é, acima de tudo, histórica. Representa o início da construção de uma fórmula que se consolidaria como o padrão, quando o assunto fossem jogos de luta tridimensionais baseados em anime, até então. Aqui, os feitos atingidos pela Saga Ultimate Ninja no PS2 seriam repetidos na nova geração de consoles da época (e na posterior também). Em seu surgimento, a saga Ultimate Ninja Storm trouxe a jogabilidade simplificada daquele combate do PS2 para os gráficos cel-shading em 3D, que até então, eram os mais bonitos já vistos, conforme a crítica da época. Isto posto, é necessário frisar que, qualitativa e objetivamente falando, este jogo é o mais "primitivo" de toda a série, justamente por ser o primeiro, e que isso justifica de maneira óbvia as suas limitações técnicas e de refinamento das mecânicas de combate (áreas em destaque justamente por se tratar de um jogo de luta). Mas, ainda assim, é justamente por todo o exposto que este título se faz importante para qualquer jogador (fã assíduo ou casual) que esteja interessado em contemplar, por si mesmo, a evolução dessa saga. O primeiro Ultimate Ninja Storm chegou com os já mencionados gráficos em 3D, considerados revolucionários em seu tempo, e nessa parte, ele realmente não faz feio até os dias de hoje. O padrão Storm de qualidade gráfica resistiu bem ao tempo: Design dos menus de seleção, das cutscenes, dos personagens e das arenas... enfim, o jogo é bonito. Na parte do combate, a fórmula inicial se baseou profundamente na saga que a antecedeu: um botão para ataques, um para arremesso de itens, um para pular, um para uso de chakra (embora esse uso seja um pouco diferente de antes), um gatilho para cada companheiro de equipe (sendo que antes, um deles servia para selecionar os itens de arremesso, que agora se diferenciam no uso das setas) e dois para a defesa. Além dessa base padrão de comandos para os títulos posteriores, alguns elementos da jogabilidade merecem destaque por terem... ou sido usados somente aqui, ou terem sido usados da forma como foram aqui, somente aqui mesmo (deu pra entender? Espero que sim). Esses elementos são a disputa de força com os jutsus, a mecânica de lutar pelas paredes do cenário, e a campanha/modo História com um mundo aberto explorável de maneira tão ágil e livre. Nesse caso, nenhum destes elementos voltou a ser usado, e fazem bastante falta no que poderia ser o jogo definitivo de Naruto. Por fim, destaca-se também que a análise de todos os jogos da saga será muito parecida, justamente na medida em que seus elementos comuns se mantém intactos, e apenas a pontuação de suas diferenciações, melhorias, refinamentos ou mesmo os decaimentos, se fizer necessária.


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  • Capa de Just Act Natural Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Just Act Natural
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    Win
    há 2 anos

    Um pouco de diversão grátis por algumas horas com os amigos. As opções de jogo são limitadas em variedade. Um estilo gráfico bem raro, e quando tem geralmente não são jogos tão bons assim, então é melhor fazer o simples do que um jogo de massinha.


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  • Capa de Burnout Revenge Foto de Writter_Gab Writter_Gab para Burnout Revenge
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    PS2
    há 2 anos

    Esse jogo, rodando no PS2, é do tipo que faz qualquer fã de jogos de corrida arcade se questionar: será que esse console é capaz de ir mais longe do que isso (num jogo de corrida, claro)? Bom, pelo menos nessa franquia em específico, creio que muitos fãs vão concordar que esse é sim um dos pontos mais altos de jogos de Corrida na Sexta Geração. Em relação ao seu antecessor, Burnout 3, este jogo recebeu algumas mudanças muito boas, e outras poucas que, particularmente, não considerei tão boas. Começando pelo melhor, a RenderWare (motor gráfico/engine) foi otimizada ao extremo para entregar a maior sensação de velocidade já vista na série até aqui. Os detalhes de cada acidente ficaram mais alucinantes e mais caóticos do que nunca. Os sons do jogo ficaram tão agressivos quanto. Carros e paredes passando por perto em alta velocidade ganharam seus efeitos sonoros próprios, e o Nitro, por exemplo, ao ser acionado, pode até assustar algum desavisado por perto de tão alto que é. Já a jogabilidade continua a mesma do título anterior, mas sofreu duas alterações pontuais em suas mecânicas (e que fazem muita diferença). Primeiro, o jogador conta agora com um recurso que já estava presente apenas nos eventos de Crash do jogo anterior: o Crashbreaker, ou a Explosão, mas agora, ela está em todos os modos de jogo. Ou seja, agora permite-se ao jogador explodir o seu carro pra que tente destruir outros carros próximos com a onda de choque. O Impact Time, recurso do jogo anterior que te permite "dirigir" o carro em câmera lenta, durante uma colisão, para acertar outros veículos, continua presente. Por sua vez, a segunda grande mudança tem a ver com uma limitação da mecânica do jogo anterior que deixa de existir aqui: a possibilidade de destruir os carros do tráfego. Agora, o jogador pode acertar as traseiras de todos os carros de pequeno e médio porte e vê-los serem arremessados como bolas de bilhar nos carros mais a frente (e até mesmo nos oponentes, ocasionando o novo "Traffic Takedown"). O jogador deve evitar, porém, caminhões, trailers e outros veículos maiores, bem como evitar colisões frontais com veículos da contramão, de todos os tamanhos. Contudo, a principal mudança não tão bem-vinda neste título é o limite de tempo (bem mais curto) nos eventos Road Rage e Crash. Em Road Rages, o jogo anterior permitia ao motorista bater quantos carros conseguisse até que os danos do seu próprio carrobse tornassem grandes o suficiente pra destruí-lo, o que poderia motivar o jogador a conseguir número de batidas cada vez maior, conforme se habituasse ao jogo. Agora, a cada takedown, o jogador ganha em seu contador cerca de 3-5 segundos (começando o evento com seu contador em tempos que variam de 45 segundos a 3 minutos, salvo engano). E além disso, o contador vai parar de subir quando o jogador alcançar o número máximo de takedowns (isto é, o que garante a medalha de ouro no evento). Já nos eventos de Crash, o tempo em que a destruição acontece é demasiadamente curto, e o jogador não poderá (como no jogo anterior) apreciar todo o caos que conseguiu criar, arremessando o seu carro a toda velocidade num cruzamento, saltando do 10° andar de um prédio próximo (por exemplo). Por fim, e apesar dos defeitos pontuais citados, Burnout Revenge é possivelmente o jogo de corrida arcade mais destrutivo, frenético, caótico, barulhento e maluco que se pode jogar. E tudo o que faz de um jogo Burnout um jogo Burnout está elevado em sua potência máxima aqui. Com certeza vale a indicação, e vale o lugar na sua coleção.


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  • Foto de Wendell Wendell para Days Gone Capa de Days Gone
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    PS4
    há 2 anos
    Capa de Days Gone Foto de Wendell Wendell para Days Gone
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    PS4
    há 2 anos

    Muito bom, assim como prometido nos trailers e etc... mas tem um porém. No PS4 ele não é muito otimizado, o FPS cai à todo momento assim estragando um pouco a imersão ao game. De resto o jogo é fenomenal, campanha com horas de diversão, imersiva, ambientação, inimigos também são diferentes assim dando outra proposta aos jogos de "zumbis"


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  • Capa de Days Gone Foto de Murilo Costa Murilo Costa para Days Gone
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    Win
    há 2 anos

    Jogo legal, bem interessante a campanha dele, mas de fato as missões vão ficando repetitivas com o tempo, conforme se vai jogando termina se envolvendo e não consegue parar!


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  • Capa de Dredge Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Dredge
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    Win
    há 2 anos

    Que jogo surpreendentemente bom. Eu colocaria 10/10 se não vendesse minhas redes 4 vezes por engano enquanto tentava consertar tudo no meu barco. A vibração é incrível. A jogabilidade é tranquila, mas tem esse viciante "um último peixe / uma última coisa antes de dormir hoje". A música é bem feita. As revelações me marcaram. Tantas coisas são brilhantes neste jogo. Eu gosto do design geral do jogo. Mesmo que no início você seja realmente um caracol, e possivelmente por muito tempo.


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  • Capa de Mad Streets Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para Mad Streets
    no
    PS4
    há 2 anos

    Simplesmente não há muito em Mad Streets. Você viu tudo o que ele tem a oferecer no espaço de uma hora. Brincando com os amigos e rindo um pouco da ideia do “haha! Esse personagem caiu de forma engraçada! envelhece incrivelmente rápido, e ainda mais rápido quando se joga sozinho. Sem falar que mesmo quando você consegue fazer um hit acertar da maneira que você realmente queria, é tão satisfatório quanto limpar o rosto de alguém com um frango de borracha.


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  • Sem sombra de dúvidas, esse foi um dos maiores fiascos já vistos pela indústria dos games, o que sinceramente é uma pena, afinal, a entrada do Ouriço mais rápido e amado dos games na Era dos Jogos 3D podia ter sido muito...mas muito melhor mesmo. Felizmente, ainda há quem enxergue além do apresentado, e ainda se esforce pra reconhecer todo o potencial que havia nesse projeto (e na medida do possível, até mesmo devolvê-lo). Sonic '06, como popularmente conhecido em referência ao ano de lançamento, foi projetado para dar aos jogos do Ouriço Azul uma entrada em grande estilo na Era 3D, com gráficos e jogabilidade reformulada para contar uma história de proporções épicas. Porém, seu processo de desenvolvimento foi fatalmente afetado por duas condições especiais, cuja solução simples era uma única decisão, que infelizmente não foi tomada. Explico: o diretor da equipe de desenvolvimento Sonic Team (e co-criador do Sonic), Yuji Naka, se demitiu do projeto para criar seu próprio estúdio. A equipe se dividiu em duas, com o time menor da SEGA, nos EUA, focando no desenvolvimento deste título, e a parte da equipe que permaneceu no Japão trabalhando em Sonic And The Secret Rings, de Nintendo Wii, lançado em 2007. Esse foi o primeiro evento. Da divisão problemática resultante, já mencionada, provém a segunda condição: a equipe nos EUA estava sendo apressada pela SEGA pra terminar o jogo antes da temporada de férias, em 2006. Em Novembro, o título é lançado para Xbox 360 e para Playstation 3, sendo jogo de lançamento deste último. A solução simples pra situação: dar à equipe de desenvolvimento mais um ou dois anos para polir o título e lançar um jogo que estivesse pronto. Em vez disso, o que foi entregue, pode-se dizer, é jogo que está entre 50% e 60% concluído, em questão técnica. Particularmente, sucumbi à vontade de ver aonde isso ia dar, e pra onde poderia ter ido, e joguei por longas 20 horas (mais ou menos), pelo que consigo me lembrar, até finalmente conseguir terminar a história e a platina de algumas missões. Loadings bem longos e frequentes, modelos de personagens de dar medo, enfim. O jogo estava claramente incompleto, mas podia mesmo ter sido muito mais. Hoje em dia, a comunidade de fãs inclina suas esperanças em um processo (bastante promissor inclusive) de porte não oficial do jogo para PC, somado a uma série de correções nas mecânicas e nos gráficos do título. O modder ChaosX é um fã de carteirinha do Sonic e não se contentou com o que houve com esse título (que ele ama, a propósito). Pois bem: ele está basicamente refazendo o jogo por si mesmo. Vale a pena conferir o progresso no canal dele no YouTube e no Twitter (só pesquisar o nome do perfil), e apoiar com doações e testes dos patches lançados, se curtir a ideia.


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  • Capa de The Day Before Foto de Bagre Sergio Bagre Sergio para The Day Before
    no
    Win
    há 2 anos

    Há uma razão pela qual a frase “Comprador, cuidado” permanece relevante, e é por causa de jogos como The Day Before. O único lado positivo de sua existência miserável é que você não pode mais comprá-lo.


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