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Sobre

FEZ é um jogo de quebra-cabeça em plataforma. A trama gira em torno de Gomez, um personagem bidimensional que vive em um mundo 2D plano. Certo dia, Gomez encontra um misterioso cubo chamado Hexahedron e logo em seguida recebe um chapéu chamado Fez no qual lhe permite ver um mundo tridimensional a sua volta. Assim que Gomez começa a explorar sua nova habilidade, o hexaedro de repente se divide em 32 pedaços e explode, criando uma falha ao redor de seu mundo. Gomez acorda e descobre que agora pode explorar o seu mundo em três dimensões. Em seguida, um hipercubo flutuante explica que ele tem de recolher os fragmentos do Hexahedron que foram espalhados por todo o mundo antes que seja dividido.

Ficha Técnica

Nome: FEZ
Lançamento:
Plataformas: Linux, macOS, Microsoft Windows, PlayStation 3, PlayStation 4, PlayStation Vita, Xbox 360
Gêneros: Plataforma, Quebra-Cabeça
Tema: Mistério
Características: Gráficos Pixelados, Metroidvania
Modo de Jogo: Um Jogador
Desenvolvedora: Polytron Corporation
Publicadora: Trapdoor

Análises (2)

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Foto de Rodrigo Campanini Rubio Rodrigo Campanini Rubio
no
360
em 20 de janeiro de 2016 às 21:55
Mais um indie game genial que salva a Gamescape da mesmice! A cada período de tempo, entre as trevas de dezenas de jogos iguais e pasteurizados produzidos com orçamentos milionários por grandes produtoras, surge um pequeno herói para acabar com a escuridão que assombra a Gamescape. Desta vez nossa heroína é a Polytron, desenvolvedora desta pequena jóia chamada FEZ. Dizem que as idéias realmente geniais são as mais simples, mas que ninguém foi capaz de pensar até então. E é basicamente com uma premissa bastante simples e absurdamente original de jogabilidade que esse jogo nos conquista. ENREDO: No jogo você é Gomez, um personagem bidimensional em um mundo aparentemente plano como os velhos jogos de plataforma 2D. O visual inclusive é bastante "retrô" embora absurdamente detalhado e colorido. Após receber um Fez (aquele chapéu marroquino vermelho com um rabicho, e que dá nome ao jogo) Gomez passa a enxergar um mundo MUITO maior e complexo que jamais pôde imaginar em sua vida pacata no vilarejo onde vive. Pra complicar, em sua interação no espaço tridimensional o grande Haxaedro é destruído e o mundo começa a sofrer glitches e bugs (sim como falhas em jogos e códigos de computador) gerando buracos negros que vão consumir todo o universo se nada for feito. Resta a Gomez, o único com capacidade de enxergar além, a tarefa de coletar os cubos e restabelecer a ordem. GRÁFICOS: Bonitos, coloridos e tecnicamente impecáveis, mantendo uma cara retrô "pixealizada" aos moldes de "Minecraft". Os efeitos e transições são muito bonitos mas em especial preste atenção aos detalhes. Houve uma preocupação de dar "vida" ao mundo de Fez, o que faz com que cada cenário, cada parede, cada placa tenha uma história pra contar. E em muitos momentos a chave pra seguir em frente e entender melhor o jogo vai estar nestes pequenos detalhes. SOM: Mesclando algo "new age" e "old style gaming" e totalmente eletronicamente composta por Disasterpeace a trilha sonora e sons são um espetáculo à parte, casando perfeitamente com cada cenário. Me peguei adquirindo a trilha sonora depois de terminar o jogo pra ouvir no carro e antes de dormir. JOGABILIDADE: Aqui é onde o jogo reina absoluto. Parece um jogo de plataforma familiar até a primeira mudança de perspectiva, quando você entende a mecânica absurda do "3D irresponsável" virando 2D. É aí que sua imagem do jogo muda e você vicia. O objetivo do jogo basicamente é recuperar os cubos e salvar o mundo, porém logo se descobre que a coisa vai bem além. Alguns puzzles são simples enquanto outros são insanamente difíceis! Mas a satisfação de resolver cada um deles vai te trazer de volta aquele sorriso que você esqueceu nos jogos desafiantes de 8 e 16 bits. Muitas soluções inclusive estão FORA do game e vão exigir algum conhecimento de mundo e pesquisa (viva a internet) pra se chegar à solução. Por fim como o desafio são os quebra cabeças não é possível morrer nesse jogo, aliás até dá, mas as vidas são infinitas e você volta pro último lugar que esteve antes de morrer. E acredite, isso não torna o jogo fácil. Só não vale trapacear e procurar pelas soluções (ok umas duas ou três são praticamente impossíveis então estão perdoados). FALHAS: Apesar de todos os elogios o jogo possui suas falhas : 1. Bugs - o jogo "emula" várias falhas clássicas de games antigos, mas alguns são reais, incluindo uma atualização recebida pela Live que destrói seu savegame! Quando comprar baixe imediatamente a atualização antes de começar a jogar pra evitar que isso aconteça; 2. Um ou dois puzzles praticamente impossíveis de resolver, exigindo que os jogadores se juntassem pela internet e o resolvessem por tentativa e erro. Uma pena algo tão "preguiçoso" e frustrante pra um jogo tão bem construído. VEREDITO: FEZ é aquele jogo que a Gamescape precisa receber de tempos em tempos pra nos mostrar que ainda dá pra ter esperança de algo inovador, diferente e ousado sem necessitar de um grande estúdio por trás. Ao lado de "Limbo" e "Braid", constitui uma tríade de jogos "bonitos mas não ordinários" e cuja idéia, jogabilidade e estilos gráficos o colocam quase ao pedestal de "arte interativa".
Foto de Luiz Gustavo Luiz Gustavo
no
PS4
em 10 de janeiro de 2019 às 17:46
FEZ é a originalidade em um game. Impossível não se encantar por sua proposta: um jogo 2D quando de verdade é 3D. A trilha sonora é marcante e arrepiante em algumas faixas. A campanha é muito interessante, com muitos levels secretos, envolvendo conhecimento científico de uma forma discreta e bastante singela! Porém há certas coisas que deixam a desejar nesse grande jogo: - quebra cabeças que só podem ser resolvidos com pesquisa extra game - é difícil de se habituar com o botão de pulo, resultando em respawn várias vezes - o mapa do jogo para se teletransportar entre levels é confuso

Nota do Game

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