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Olha a plataforma é incrível porém é inegável que eles precisam melhorar o mobile, o meu celular tem 12 gb de ram e 128 de armazenamento e ainda tem alguns jogos que travam eu sei que pode ser o sistema operacional mas eu acredito que não seja pois um Notebook de 2 gb de ram 64 de armazenamento roda melhor o jogo que meu celular ele só não é perfeito por isso, também tem a questão das gamepass os criadores dos jogos recebem 30% amenos do que deveria receber eu entendo a empresa tem que ter seu ganho só que o tempo que leva é muito grande no site eles falam que é de até 3 dias úteis só que podem levar até 7 dias, um amigo tava me devendo 286 robux não tem como passar de outro jeito então criei um mapa e fiz uma gamepass de donate dividi a quantidade em dos criei um donate de 143 robux a empresa fica com 43 robux e fiquei só com 100 no caso fiquei com 200 robux no total vai fazer 4 dias que fiz isso e até agr não chegou nem o primeiro, eu gosto muito do roblox só que tem que ajeitar isso dai
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O ponto forte do jogo é a cappacidade de fazer você se sentir como a mimi, sentir saudade e perceber que é totalmente relacionável a história do jogo ( mesmo que curta, acabei em 2h30) com o que vivemos. Jogo pintado a mão -se não tiver sido, é BEM semelhante - tem sua cara, seu estilo. Simples, bonito, e aconchegante.
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Vou falar a verdade por muito tempo esse jogo foi o meu favorito de plataforma e de tudo jogava ele 24 horas por dia ou 24 horas por segundo porque eu jogava bastante esse jogo é o platinei ele e peguei todas as conquistas dele e o que eu tenho para falar sobre ele é que ele é um jogo bem divertido principalmente de se jogar com um amigo ele tem nota de dificuldade porém isso não atrapalha já que quando você pega o jeito dos bodes ele fica uma dificuldade média ou seja quando você pega o jeito do jogo você não fica sofrendo tanto quanto sofre antes e você tem que persistir para conseguir ganhar esse jogo eu gosto bastante da campanha do game porque conta a história sobre vários personagens e meio disso tudo chicrinho e caneco vão evoluindo seus poderes armas e habilidades ao passar do jogo você pode encontrar nas lojinhas do game que você encontra em cada mundo é Power ups tiros especiais e etc você andando pelo mapa você vê o quanto que esse jogo foi bem feito ele é um jogo totalmente animado à mão feito no papel e é muito bem feita as animações e principalmente as ideias quando você vê o jogo pela primeira vez você não imagina o quanto estranho é um cara com a cabeça de xícara mas depois você acha tão normal do tanto de coisa bizarra que aparece nesse jogo como uma espécie de pac-man quebra-queixo ou uma mulher feita de açúcar ou um palhaço gigante ou até um gênio que pode virar um monte de coisas e até uma versão sua versão Pinóquio sim esse jogo é bastante criativo então nota 10 mas também tem a coisa que eu não posso deixar de esquecer a alta dificuldade dessa bosta nos últimos mundos porque nos vira uma verdadeira prova de resistência você tem que treinar por dia para conseguir os vozes desse mundo eles são bem criativos e bem legais sendo o meu favorito o robô que eu demorei bastante para passar e o que eu tenho para falar é que o jogo é difícil porém muito legal e divertido viciante e se você comprar esse jogo não você não vai se arrepender é muito bom de jogar e tals passar o tempo é bastante divertido
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Na minha opinião five nights at freddy's 2 é muito superior ao primeiro jogo o primeiro jogo já era muito bom tinham seus defeitos mas era bom five nights at freddy's 2 arruma a maioria das coisas que o primeiro jogo tinha de ruim tipo você ficar numa sala totalmente claustrofóbica fechada e era literalmente um cubo era horrível de ficar naquela sala principalmente para quem tinha claustrofóbica com aqueles bichos Aquela ambientação era bastante assustadora que era. five nights at freddy's 2 aumenta o tamanho da sua sala e coloca uma nova mecânica a máscara o que eu tenho para falar da máscara A máscara de five nights at freddy's 2 eu não gosto muito porque quando você entra no jogo você vê que eles tantos de animatrônicos aqueles 12 13 animatronics de perseguindo na sala e você aí imagina que vai ser um negócio totalmente difícil e assustador e tals mas a maioria quer dizer maioria não praticamente quase todos você se protege só colocando a máscara e pronto o resto ou você tem que piscar uma lanterna ou você tem que tocar uma caixinha de música e o resto é tudo resolvido com a máscara e mais nada ou seja todos os animatrônicos tirando foxy e puppet é literalmente todos se você se protege com a máscara e isso é bem broxante porque deveria ter muitos mais mecânicas inovadoras no five nights at freddy's 2 Uma coisa que eu acho desperdício de mecânica é a puppet a puppet você tem que abrir na câmera dela e ficar tocando a caixinha de música para ela não te matar se você ficar sem tocar a caixinha de música por bastante tempo ela te mata porém a única desculpa para você poder abrir a câmera no five nights at freddy's 2 é a puppet porque você não precisa mais fazer nada além de colocar a máscara e piscar a luz no Fox porque se a puppet não existisse a câmera ia ser totalmente inútil apenas para você ver os animatrônicos na sua frente porque a câmera não é usada de jeito nenhum sem ser a puppet e olhar os animatrônicos que estão vindo até você Uma coisa que eu tenho para falar sobre five nights at freddy's 2 de que todos os fãs falam sobre isso é a sua grande alta dificuldade tá bom tem 12 bichos diferentes e eu não disse que era praticamente a maioria dos animatronicos se resumiam em colocar a máscara para se proteger e se disfarçar de Freddy e que você não ia morrer sim o problema é que os animatrônicos aparecem muito rápido e te pegam desprevenidos na sua sala eles aparecem na sua frente você tem que pôr a matéria muito rápido e quando eu falo muito rápido é muito rápido mesmo é quase que instantâneo se você não pôr a máscara na hora certa aí no freio certo ele te matam ou seja na noite cinco você se ferra pelo belíssimo fato de que vem um monte de animatronics e quando você acha que acabou eles vem mais ainda ou seja eles te pegam bastante de prevenido e você não tá pronto para pôr a máscara porque você tá rodando a caixa da puppet porque é só isso que tem para fazer na câmera porque se não fosse isso você nem precisa abrir a câmera para começo de conversa E também temos um bicho muito escroto chamado muita gente foxy com a sua dupla que também é bastante escuro da chamada balão Boy Fox para você se livrar dele é só você ficar pescando a luz da lanterna na cara dele que ele vai embora o problema é que temos um animatrônico nesse jogo que ele não te mata mas ele rouba a pilha da sua lanterna e sem a sua lanterna você fica vulnerável ao foxy ou seja vai ter um bicho na sua sala rindo da sua cara enquanto ele tá com as suas baterias e você não pode fazer nada enquanto o fogo se está lá no corredor e se você ficar um pouquinho um pouco segundo sem piscar a lanterna na cara do Fox ele te mata ou seja balão boy e o foxy são uma dupla e vão te ferrar
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Muito bom a ambientação é muito boa o teor assustador também é muito bom e os animatrônicos eles parecem assustadores nas câmeras contando com a escuridão e áudios assustadores o problema é que quando você pega o jeito do jogo ele não fica mais assustador e você vira profissional pelo jogo ser muito simples A ambientação do game não posso falar muita coisa é uma pizzaria normal abandonada com teias de aranha e outras coisas eu gosto bastante mas acho muito genérico tipo uma pizzaria abandonada com um animatronics assustadores gigantes de uma tonelada querendo te matar Na época que five nights at freddy's lançou já estava saturado jogos com bonecos assombrados Sobre a dificuldade do jogo não tenho muito o que falar primeiras noites são muito fáceis porém da noite 3 à noite 7 você vai passar muito perrengue porque a partir da noite 5 você já zera mas se você for for MUITO GAMER XTEME NESCAL 2.0 e querer zerar o jogo 100% com 3 estrelas você terá que sofrer bastante na noite 7 à noite 6 não é tão difícil e a noite cinco também é só você treinar e pegar os padrões dos animatronics que você passa rápido já a noite 7 você vai sofrer bastante pelos padrões dos animatronicos mudarem EU ZEREI O JOGO ATÉ A SÉTIMA NOITE E FALO PARA VOCÊS É MUITO DIFÍCIL A SÉTIMA NOITE PORQUE DA SEXTA ATÉ A SÉTIMA NOITE A DIFICULDADE AUMENTA PARA UM CARAMBA SERIA MUITO MELHOR A NOITE CINCO SER MUITO DIFÍCIL A NOITE 6 AUMENTARAM UM POUCO A DIFICULDADE E ÀS 7 AUMENTAR UM POUCO MAIS MAS A NOITE 5 E 6 SÃO MUITO FÁCEIS SE VOCÊ SOUBER OS PADRÕES E A NOITE 7 SÓ AUMENTA TUDO ABSURDAMENTE
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Em uma frase: "em time que está ganhando, não se mexe". Dá pra perceber que a desenvolvedora (Warner Bros. Montreal) realmente apostou no seguro com esse título, e na minha opinião, não foi uma escolha ruim. Arkham Origins mantém a jogabilidade magistral criada pela Rocksteady para o Morcego (e extremamente melhorada em Arkham City), e o lançamento desse título foi justificado pelo fato de a Warner não querer deixar o público muito tempo à espera do próximo jogo do Batman (Arkham Knight), que só chegaria dois anos depois desse (e portanto, cerca de quatro anos depois do City). Sendo o primeiro com dublagem completa em Português Brasileiro (e utilizando as vozes dos filmes do Christopher Nolan, muito boas por sinal), possui basicamente as mesmas mecânicas do jogo anterior, com pequenas adições e melhorias no sistema de detetive, na reconstrução de cenas de crime, na árvore de habilidades, no arsenal de gadgets e nos novos tipos de inimigos para o combate. A história introduz vilões criados especialmente para esse jogo, e a ambientação é de uma Gotham mais gelada e realista, na época do Natal, nos primeiros anos de experiência do Morcego, que é mais brutal em seus golpes e interrogatórios, e menos acostumado com o Modus Operandi dos seus vilões. Jogo muito divertido, e que vale a compra. Como pontos de crítica, salienta-se alguns bugs na versão de PS3, o enredo (que apesar de muito divertido, tem seus momentos até bem longos de ritmo muito lento), e a repetitividade de algumas sidequests. Ainda, a dificuldade exagerada e sem contexto de alguns mapas de desafio, além da aparente incoerência temporal da história: afinal, o Batman possui habilidades aqui que não possuía no jogos anteriores, e estes, cronologicamente, se passam depois dele. Ainda assim, vale a pena. Joguei pela primeira vez no PS3 e agora jogo no PC e o jogo é bom. Fica bem na coleção
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Apesar das claras limitações técnicas da plataforma para a qual foi originalmente desenvolvido, a saber, o PlayStation 2, o projeto inicial da Rockstar em GTA San Andreas pode ser descrito perfeitamente como "ambicioso", e isso se aplica especialmente ao nível de criatividade da equipe de desenvolvimento colocado aqui. Também há de se considerar que os limitadores envolvidos na plataforma de base foram mitigados nas outras versões do jogo, mas, o impacto que isso produziu no produto original não pode passar despercebido. Contudo, sempre bom deixar claro que isso não é a pontuação de nenhum demérito. Assim sendo, não é exagero admitir que sim, GTA San Andreas é de fato um dos jogos em mundo aberto que não só representou um enorme salto dentro de seu gênero, mas também redefiniu os rumos para onde esse gênero de jogos poderia se desdobrar, e dada a complexidade e a imensidão dos recursos colocados e explorados nesse jogo, muita gente importante nessa indústria vai mesmo concordar que se trata de um dos jogos mais importantes da História. Seja para desfrutar de progressão histórica, exploração em mundo aberto, desenvolvimento de personagens, sistemas de customização e até a simulação de engenharia social e política no desenrolar da progressão (bem revolucionário para sua época), vale a pena conferir este título.
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Um jogo, duas Versões, chamadas de "SD" (PS2 e Wii) e "HD" (PS3 e X360, bem como XOne via retrocompatibilidade). Gráficos diferentes mas nem um pouco ruins em sua versão mais limitada; jogabilidades semelhantes, mas não exatamente iguais; ótima trilha sonora... história original com enredo relativamente simples, mas bem desenvolvida... e o mais importante dos fatores em comum: diversão garantida, com uma boa dose de desafio, velocidade e... Hack'n Slash inspirado em God of War? Explico esse último depois. Este é com certeza um dos jogos mais injustiçados da Saga do Sonic, e foi lançado com o objetivo de ser um dos mais "democráticos" da franquia (em relação à disponibilidade para o máximo de plataformas possível), afinal, a SEGA precisava se recuperar do fiasco, comercial e crítico, que foi o antecessor: Sonic The Hedgehog (2006). Há que se ver o lado bom em tudo, e por causa disso, Sonic Unleashed também foi lançado para o console mais popular da época, o PS2, embora ele não fosse cogitado originalmente para essa plataforma, no lançamento. Este título possui tudo o que um bom jogo do Sonic precisava ter, ainda mais no início da Era dos jogos 3D do Ouriço Azul: sensação de velocidade, level design criativo, bom desempenho nas plataformas para as quais foi lançado, além da gameplay ágil. Outro destaque positivo fica para a Trilha Sonora. O áudio no geral, funciona muito bem em suas versões. E as vozes dos personagens também funcionam bem. Considerando a permanência de todos os outros pontos, a gameplay merece uma atenção especial. Sem mencionar spoilers da História, Sonic é o Ouriço Azul que todos conhecemos de dia, e de noite se transforma num híbrido de lobisomem-ouriço, "Lobo-Ouriço" ou ainda "Ouriçomem", como quiser chamar. É de se imaginar que a gameplay nas fases noturnas seja bastante alterada em relação às fases diurnas normais, e de fato é. De dia, existe a progressão rápida por fases que todos conhecemos. De noite, Sonic perde a velocidade e a jogabilidade ganha elementos de Hack'n Slash, e assim, o jogador precisa avançar em sua jornada, superando os obstáculos em seu caminho e surrando os monstros que aparecem com seus braços elásticos. Os movimentos lembram muito mesmo God of War. Enquanto as fases diurnas te recompensam com notas melhores e medalhas em virtude do tempo (afinal, são provas de velocidade), as noturnas te recompensam não apenas pelos objetivos de tempo, mas também os de energia coletada, e esta vem dos artefatos destrutíveis do cenário e dos monstros. Então, faça o possível pra destruir o máximo que puder dentro do menor tempo possível. Ainda na parte de Gameplay, fica o destaque negativo para a responsividade dos controles nas fases noturnas. Em alguns momentos em que a precisão é muito necessária, os controles deixam de responder sem motivo aparente (e escalar alguns prédios e cair de uma beirada até o chão porque Sonic se soltou dela do nada, e ter que subir tudo de novo em virtude disso, pode ser mesmo muito frustrante). Além disso, essa mudança (de fato um pouco brusca) na gameplay dividiu muitas opiniões, Mas, particularmente, gostei da ideia da mecânica em si, assim mesmo. Só na parte dos controles podia ter sido melhor implementada. Joguei apenas a versão de PS2 e jogo até hoje (em emulador). Fica a indicação. Excelente game.
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É triste ver o que a Bandai Namco se tornou, depois de anos gerenciando uma das franquias baseadas em anime mais bem-sucedidas e influentes do mundo dos games. No aniversário de 20 anos do anime de Masashi Kishimoto, com certeza não poderia haver jeito PIOR de comemorar a ocasião, do que com este game. "Dai a César o que é de César". Sendo franco e honesto, em quesito técnico, o jogo é mais uma prova da já consolidada competência técnica da CyberConnect2, mesmo que continue repetindo erros do passado, apesar de décadas a cargo dessa franquia. Apresentação de slides na história, falta de conteúdo (apesar do marketing dar a entender que seria a experiência definitiva, unificando as entradas anteriores da franquia), erros no balanceamento e matchmaking online, grande quantidade de conteúdo que poderia estar no jogo-base direcionado a DLCs, e muitos outros. Depois de anos adaptando com maestria os principais pontos da história, alguém no desenvolvimento achou que revisitar seria o melhor a se fazer, da forma mais desleixada possível. Simplesmente não vale a pena, e demonstra o que exatamente uma desenvolvedora é capaz de fazer, quando seu único objetivo e encher os cofres. Connections é um jogo preguiçoso, desleixado, desrespeitoso, entediante, e familiar até demais. Se você é fã do anime, a sua experiência definitiva será nos Storms numerados (2, 3 e 4), mas não aqui.
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Recentemente, a tentativa de Riders Republic, pela Ubisoft, em tentar capturar a essência de Downhill Domination, e transmitir para as gerações mais atuais de videogame, é de fato bem intencionada e a existência dessa intenção pode ser comprovada pelos próprios trailers promocionais do jogo. Agora, se ele consegue de fato cumprir esse objetivo, aí já é outra história. A Incognito Software era conhecida, lá em meados de 2000-2003, por seu trabalho na sua franquia mais bem-sucedida comercialmente Twisted Metal, e ela também fez um excelente trabalho nesse título aqui, considerado o melhor jogo de Mountain Bike do PS2 (e um dos pouquíssimos no gênero de Downhill). Este título faz jus aos elogios que recebe, uma vez que, além de ser muito divertido, não possui muitos concorrentes no gênero, pelo menos não nessa plataforma. A jogabilidade de Downhill Domination é simplificada e possui curva de aprendizagem confortável. R2 serve pra pular. Os outros três gatilhos comandam as manobras. X serve para pedalar mais rápido. Quadrado e Bola servem para bater nos rivais à esquerda ou direita, respectivamente, e Triângulo também serve para manobrar no ar. A parte mais frenética fica na velocidade máxima que pode ser atingida pelos pilotos, somada à complexidade e densidade de obstáculos presentes em cada fase. Suas pistas são baseadas em ladeiras (daí o gênero, "Downhill"), demarcadas em cenários baseados em várias paisagens marcantes ao redor do mundo, desde as florestas de inverno russas até áreas mais desérticas na América do Norte e Europa. Downhill Domination é um jogo bonito, divertido, fácil de jogar e desafiador na medida certa. Vale muito a pena. E é compatível com tela dividida em até 4 jogadores. Diversão local garantida. DICA: Para aproveitar o jogo em emulador, na atualidade, sugere-se o uso de OpenGL para performance mais estável e fluída.
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De um jeito simples e direto: é o melhor jogo de corrida Arcade de todos os tempos. Duvida? É fácil provar: É acessível, ou seja, roda em qualquer PC ou notebook. É rápido, ou seja, a melhor sensação de velocidade em todo o gênero. A trilha sonora é alucinante. A ambientação é única. Os carros são todos originais (e muito bonitos). O level design é muito criativo. A destruição e os sons de metal se retorcendo nas batidas são um espetáculo à parte na sonorização. A proposta é tão simples (sair por aí dirigindo feito um maluco) que o jogo NEM TEM VELOCÍMETRO. A Criterion Games simplesmente criou uma obra prima dos jogos de corrida com a série Burnout, que chega no seu ponto mais alto nesse título (mas há quem discorde, por conta da existência de Burnout 3). Ao que parece, o título também é a despedida definitiva dos fãs, que desde 2008 não vêem um título novo sair na franquia principal (spin off em 2011 e Remaster em 2018 não contam). OBS.: o mais próximo que se chegou de uma sequência de Burnout, de 2008 até aqui, foi o Need for Speed Most Wanted de 2012. Mas isso é assunto pra outra review...
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A "Era de Ouro da EA Games" foi uma época muito boa para os fãs de jogos em consoles e PC, e Burnout 3 foi a franquia responsável (ou uma das grandes responsáveis) por elevar a jogabilidade de Corrida Arcade para um nível superior. Junto com NFS Underground 2 e Most Wanted, ele forma a tríade de (minha opinião) melhores jogos de corrida arcade da publisher naquele período (pelo menos na sexta geração de consoles, e isso também de acordo com as principais listas de ranking dos jogos que se encontram pela internet). Mas, voltando a este jogo em específico, basicamente tudo nele pode ser descrito como alucinante: a trilha sonora, os gráficos, os efeitos sonoros, a sensação de velocidade, o nível de detalhes dos carros, pistas e cenários, a gameplay super divertida e fator replay de altíssimo nível. Se nunca o jogou, comece quando puder. Corra, bata uns carros, e depois... tente parar. Eu duvido.
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Pra começar, arrisco dizer que a estilização gráfica desse jogo é até melhor do que a do sucessor dele, o Ultimate Ninja 5 (ou Narutimate Accel 2, no Japão, se preferir). Essa opinião pode ser um pouco impopular se considerarmos que o UN5 é considerado por muitos (inclusive eu) o jogo definitivo de Naruto. Aqui, aconteceram mudanças importantes na organização do conteúdo e na jogabilidade. A história possui duas partes, sendo um arco de filler exclusivo, "The Black Shadow" ("A Sombra Negra", em tradução livre) e a parte inicial do primeiro arco no anime Shippuden (que cobre os primeiros 15 episódios, apenas). Os destaques do Modo História ficam por conta da divisão de conteúdo, já mencionada, e pelas mudanças na movimentação do mundo aberto. As mecânicas de combate em 3D representavam os primeiros ensaios da CyberConnect2 para o desenvolvimento do que se consagraria na saga Storm. Inclusive, o combate aqui é melhor e mais fluído do que no UN5, e isso é no mínimo curioso. A movimentação ganhou, pela primeira vez na série, estilo mais próximo ao RPG (diferente dos estilos sandbox nos jogos anteriores). O jogo também possui a recapitulação dos eventos principais da História do Naruto Clássico (Hero Mode), com os capítulos desbloqueados através de esferas coletáveis na história principal. O Combate Livre (Free Battle), com 52 personagens jogáveis (entre formas do Clássico e do Shippuden) por sua vez, é bastante similar às Mecânicas dos jogos anteriores, se diferenciando pelo seguinte: Ultimate Jutsu fixo (que muda com o estado de saúde ou o modo de poder dos personagens); sem sistema de personagens de suporte (sendo a batalha de apenas 1x1) e a Disputa de Poder (envolvendo o choque de tipos de jutsus específicos, como Chidori e Rasengan, por exemplo). Título excelente para se revisitar, com baixos requisitos em emulação pra um desempenho satisfatório.
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