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Análises (3)

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  • Foto de Durval Pessoa Durval Pessoa
    no
    PS4
    há 6 anos

    Eu já terminei quase todos os Tales of, incluindo alguns títulos que não saíram do Japão. Zestiria mantem o nível da série, com personagens carismáticos, bom enredo e sistema de batalha viciante. O mundo aberto do jogo é muito bem feito e a transição para as batalhas em tempo real ficou ótima. Ambas as dublagens são excelentes, e encorajo a jogar com ambas, pois já há algum tempo não é só mais a dublagem japonesa que se destaca, os atores norte americanos estão dando um show desde Tales of Graces f. O único ponto negativo ao meu ver fica para o sistema de equipamentos que é mais eficaz do que o tradicional "passar de níveis", mas mesmo assim é bem interessante. Quem puder jogar a DLC "História da Alisha", jogue, pois a personagem é uma das melhores do jogo, mas fica pouco tempo no seu grupo, mesmo tendo um grande repertório de golpes e especiais, fazendo-a uma das mais divertidas de se jogar. Por fim, destaque à tradução em PT-BR, que apesar de uns poucos foras, no geral está muito boa, com adaptações usando termos atuais, fazendo o jogador brasileiro querer ainda mais terminar essa obra-prima e entender toda a história e os skits (conversações entre os protagonistas) que às vezes são hilários e vão arrancar muitas risadas do jogador, tenho certeza.

  • Foto de Bruno Crucinsky Bruno Crucinsky
    no
    PS3
    há 6 anos

    De longe o pior game da série Tales. História sem grandes revelações e linear, sem nenhuma grande reviravolta, personagens chatos, sistema de batalha bom, mas travado na maioria das vezes, dublagem americana muito ruim, por isso preferi mudar as vozes para japonês. Porém devo elogiar o mundo aberto do jogo, que ficou muito bonito e rico em detalhes.

  • Foto de Luiz Cesar Luiz Cesar
    no
    Win
    há 1 mês

    "Não deve se sentir obrigado a carregar o peso do mundo nos ombros sozinho." -Lailah Tales of Zestiria é uma jornada de aventura, com Sorey, puro e inocente. A história é interessante, prende sua atenção, mas acaba se tornando o mesmo clichê padrão, herói contra o vilão que sofreu no passado e quer 'conquistar' o mundo. É malevolência ali, malevolência daqui, um mal que consome pessoas, depois que a mesma passa por uma situação horrível. Apenas o Pastor pode acabar com isso por meio da purificação. Algumas subtramas são pesadas, não é mundo Pokémon, lindo e perfeito, parece série Dragon's Dogma, na qual pessoas podem ser cruéis. Início do jogo é recheada de história com cinemática, até animações estilo anime. Ensina os sistemas de combate, com monólitos, mas o problema que são poucas lutas e rápidas, fazendo esquecer brevemente os comandos mais tarde. Batalhas tem um estilo diferente, tirando a liberdade do jogador, deixando limitado, trabalhando com diagonais, podendo alternar personagens, gerenciar 'poderes' (Ars's) e a estratégia de luta com cada um, as vezes o cenário atrapalha e a câmera do jogo se perde em espaços estreitos. Tem opção de luta automática e semi-automática. As chances de ficar perdido no começo é muito grande, já que lugares precisam ser descobertos presencialmente, como reinos, regiões e cavernas (existe uma guia Steam que mostra todos os nomes dos lugares e itens espalhados pelo mapa). Um dos problemas do game, são lugares serem grandes, mas vazios, faltando detalhes, falta vida e 'npc's são escassos, ainda mais numa guerra. Há vários tipos de itens, iguais podem ser fundidos, variedades de refeições e armaduras, vários baús espalhados pelo mapa de diferentes tipos e pontos de habilidades adquiridos em atos. Destaco três momentos com trilha sonora, a épica no Templo da Aprovação do Vento, em Lagoa Zaphgott tem uma mera e curta semelhança com uma das músicas tema de Harry Potter e uma música de uma cantora na batalha contra o Dragão, é linda. As viagens rápidas custam $$ conforme sua condição 'financeira', quanto mais grana, mais cara. No final, a história deu uma arrastada, com algumas mortes tristes e a batalha final foi épica e desafiadora. Existem algumas dlc's e cenas pós-créditos. E não tem como não amar a personagem Lailah e suas frases marcantes. "Trilhem o caminho no qual acreditam, vivam a vida em sua plenitude e eu sei que não se perderão" -Sorey

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