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Ambientação Jogabilidade Áudio Diversão
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Sem dúvidas é a representação fiel, perfeita e melhorada do Resident Evil 4 de Playstation 2. Jogo perfeito em todos os sentidos possiveis, mantendo a essência de todos os personagens, e melhorando alguns. Algumas partes foram retiradas dos jogos (mas não fazem falta, como o U3), e outras acrescentadas. O melhor jogo que joguei em anos.
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O jogo, assim como The Hunter: Call of the wild, é um simulador de caça realista. Da mesma forma que COTW, é um jogo cadenciado, demorado, pra quem tem tempo e muita paciência. É um game bem nichado, feito pra quem curte sentir q realmente caçando. A medida q vai jogando, vai ganhando xp e dinheiro, para desbloquear novas armas, equipamentos e cosmeticos. O jogo é bem difícil, pois o comportamento dos animais é real. Horario, tempo, vento, vegetação, tudo influencia na caça. Eles podem te ver, ouvir ou fareja a muitos metros de distancia. Por isso vc tem q estuda-los, escolher a arma certa, se posicionar contra o vento, usar camuflagem, rastejar, se posicionar e dar o tiro certo em um órgão vital. Tudo como na vida real. Caso contrario, tera q rastrear a presa por quilômetros. Os mapas sao absurdamente grandes, o tempo muda toda hora, a noite chega, o comportamento dos animais muda e a forma de caçar tb. Apesar de ser extremamente demorado, cuidadoso, detalhista e dificil, é um jogo que te vicia. Vc sempre quer a presa mais dificil e dar o tiro perfeito para empalhar o animal e coloca-lo no expositor. Pode ser monótono e muito frustrante no inicio, mas depois que pega o jeito, tudo fica mais divertido. Os graficos maravilhosos, um otimo som e boa jogabilidade fazem desse jogo uma experiencia recompensadora. As campanhas sao diferentes para cada tipo de mapa e se resumem à missões variadas. Em resumo, way of the hunter é bem parecido com COTW, mas mais dificil e, da mesma forma, não é um jogo para qualquer um.
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Demorei, mas joguei. Um jogo absurdamente divertido, com inúmeras coisas para fazer e uma ambientação imersiva, só não dou 10 por alguns motivos que eu particularmente não gosto. Uma dessas coisas é a falta de atenção em relação ao Franklin, que durante o jogo é muito escantiado, e do trio, é o que tem menos personalidade. Os outros dois protagonistas tem que seu passado, seus objetivos, seus inúmeros defeitos, e parece que o Franklin é apenas o personagem passivo que participa desse grupo. Outro detalhe que faz esse jogo não ser é um 10, é o fato de que algumas missões são bem chatinhas, tantos as primarias, quanto as secundárias. Mas de qualquer forma é um jogão absurdo, que sobrevive até hoje em quase todos os sentido. JOGUEM!!!!!
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GAMEPLAY WALKTHROUGH https://www.youtube.com/watch?v=fgswOnhqX28 Unveil the mysteries of a beautiful ancient world in this breathtaking 3rd-Person Adventure, a sequel to the acclaimed ‘Spirit of the North.’ Take on the role of an isolated fox with a raven companion on a quest to restore the lost guardians and return home. In an ancient world left in ruin, embark on the journey of an isolated fox far from home. With the help of a wise Raven companion, seek out the lost legendary guardians and release them from the grasp of the dark shaman Grimnir. Roam freely through a vast and ancient open world, rich with long-forgotten history. Explore unique and visually captivating biomes, each with its own challenges and secrets to uncover. Discover potent runes that enhance your abilities as your quest takes you from dense forests, through snow-capped peaks and to dark & ancient crypts to save the lost guardians. Tailor your fox's appearance and skills to suit your playstyle, making each playthrough unique. Face off against formidable foes as you save the legendary guardian beasts in thrilling, puzzle-based encounters.
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Este é o auge do The witcher 3, pra fechar está obra com chave de ouro a melhor DLC que já joguei simplesmente incrível uma história nem elaborada com excelentes personagens que levanta questões morais do jogador com um conteúdo secundário magnífico garantindo boas horas de aventura no lindo mapa de Toousaint a terra do vinho e do amor.
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Um Jogo baseado em futuro distante que não é mais distante,mais sim próximo.A idéia de ia ter dominador o mundo e matado toda humanidade e depois o que fez após isso é macabro e genial. Porque é muito bom no sentido ruim,a jogabilidade e os gráficos não envelheceram bem,mas a história ainda é perfeita
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Uma DLC absurda 200 reais bem gastos uma história que te faz ficar messes pensando sobre os dilemas morais que é estabelecido na narrativa além de trazer finais novos ao jogo principal é um excelente conteúdo adicional joguei quando zerei e platinei cyberpunk faz um tempo mas lembro bem desta experiência.
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Esta análise contêm spoilers
Cara. O pessoal ficou com muito mimimi por causa de acontecimentos e tals. Respeito a opinião deles. Diferente dos demais, não joguei o jogo com ódio de vingança. E tendi muito bem o ponto de vista da grande "vilã" que teva um motivo muito plausível para fazer o que fez. Tudo no jogo funciona muito bem
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O que falar dessa masterpiece???, apenas elogios que jogão, enorme um mundo aberto lindo cativante e uma exploração magnífica um dos melhores jogos que eu já joguei praticamente quase perfeito no que se propõe o combate apesar de ser simples na prática na real é muito complexo com poções, elixires, óleos de espadas, sinais métodos, pra quem critica o combate do jogo só lamento pois pra mim ele é um dos melhores se não o melhor na minha opinião, minha única crítica aí jogo é que a primeira metade da história principal é arrastada e rasa demais e foi por isso que dropei 2 vezes do jogo mas agora joguei pra valer pra realmente zerar de vez e encontrei o ouro do jogo nas missões secundárias a quem não aproveitar vai estar perdendo o grande ouro do jogo, fora isso depois a história engrena de vez e é uma montanha russa que sobe até o fim com inúmeros finais, o jogo é colossal e lindo até os dias de hoje que ambientação espero um dia poder jogar os outros jogos e ler os livros e até ver a série esse universo me cativou impressionantemente, definitivamente uma obra sem igual
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Halo é uma saga INCRIVEL, pra mim a melhor da microsft, e esse é provavelmente a melhor maneira de você entrar nesse universo, em um único jogo você tem 6 JOGOS, halo reach, que pra mim é o melhor da saga, halo 3 ODST, e os halos 1 2 3 e 4, a saga principal do master chief, todos os jogos tem legendas em pt-br, e com exceção do 1 e do 2, todos os outros tem dublagem excelente, e ainda tem um modo online, que eu particularmente não gosto muito, mas as campanhas de todos os halos são fodaaas, vale muito a pena, os graficos estão excelentes, a jogabilidade de todos os jogos responde muito bem
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Esta análise contêm spoilers
O jogo é extremamente divertido e empolgante, tem uma gameplay que te atiça a querer jogar mais, com um parkour bem desenvolvido e um sistema de fugas promissor. Entretanto, o jogo peca, e muito, em sua campanha. Eu joguei o jogo dublado, e a dublagem só piorou isso; definitivamente, joguem esse jogo no idioma original, por favor. A história é fraca, e isso não seria um problema, já que títulos como Dead Island, seu antecessor espiritual, também tem esse tipo de história menos desenvolvida, mas o problema é que Dying Light se leva muito a sério. O jogo tem diálogos super fracos, além de expositivos, personagens que mudam de personalidade a todo momento (inclusive o protagonista) e o roteiro insiste em fazer "grandes cenas de morte" com personagens que você deveria se importar, mas que no final se torna tudo muito cômico, porque são personagens que apareceram por pouco tempo, e quando apareceram, foram totalmente genéricos e sem sal. Ver o jogo trazendo uma carga dramática para essas cenas, além de ser interessante, também te deixa confuso do porquê que o Crane se importa tanto, sendo que são pessoas totalmente comuns que ele passou 1% do seu tempo, isso falando dos NPC's principais, já que eu me importava bem mais com os personagens das sidequests do que com os do elenco principal. O vilão também... Meu Deus, sua personalidade dele muda literalmente do nada, de um maníaco louco, para um maníaco louco com propósitos, isso é muito feio, porque você é apresentado e passa o jogo todo com o vilão com determinados tipos de fala, jeito de se comportar e afins, e tudo isso muda duas missões antes de terminar o jogo. Além de ser um vilão totalmente fraco e nada ameaçador, chato, e que você torça que morra não por ele ser malvado, mas porque assim ele finalmente calaria a boca. Em suma, a campanha de Dying Light é extremamente fraca, você não se importa com ninguém além do Crane (mais por mérito da gameplay do que da campanha), porém, o jogo diverte em sua gameplay empolgante e cenários lindos, uma das melhores ambientações em um jogo de videogame.
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