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Esta análise contêm spoilers
Cory Barlog conseguiu nos trazer um novo jogo de uma franquia famosa, reestruturado e ainda grandioso, trazendo uma narrativa mais emocional que anteriormente com uma jogabilidade e mundos totalmente novos e que mundo lindo. Sua gameplay é boa, mas senti falta de boss fights variadas, porém o jogo é incrível.
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O retorno do nosso Kleitão foi muito melhor do que imaginávamos, e a produtora tomou uma decisão precisamente acertada em alterar a mitologia e a jogabilidade do game, já que a mitologia grega já não tinha mais nada a oferecer e o antigo estilo de gameplay já estava bem saturado, e God of war ascension deixou isso bem claro. O jogo possui uma história incrível, onde podemos ver o amadurecimento do Kratos, graças ao seu filho Atreus, e várias reviravoltas aguardam a gente na aventura. Com a mudança do gameplay, para ação/aventura com elementos de RPG, alguns fãs não gostaram muito, mas em compensação, atraiu novas pessoas para o game. Pra mim, é o melhor jogo da geração.
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Com todo o respeito pra mim esse não é o "Goty of war"nem a pau, é um bom jogo,melhora os outros em tudo , porém não é divertido como um Uncharted por exemplo,se Shadow of the colossus remake contasse neste prêmio ganharia fácil, pra mim o Goty 2018 foi spider man
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O jogo trás um franquia de sucesso da Sony, renovada, revitalizada. Confesso que nunca fui fã da série de jogos de Kratos. Mas esse jogo já tinha me chamado atenção em alguns pontos. O primeiro ponto, o jogo definitivamente deixou de ser Hack and slash, parta pra cima dos inimigos esmagando o botão freneticamente, e certamente morrerá. O jogo trouxe carisma (ou pelo menos um pouco) a um personagem sem nenhuma personalidade. A jogabilidade é bem fluída depois de melhorar metade da árvore de habilidades. A música e os efeitos sonoros são perfeitos. O gráfico está bem bonito e bem ambientado na mitologia nórdica. E a história com um ar interpretativo no final, deixa aquela vontade de que venha logo a continuação. E o melhor, o garoto! Depois das melhoras na árvore, o garoto se torna indispensável nas lutas. Mas nem tudo são flores... A direção das cutcenes podia ser melhor. Não é um jogo muito divertido de se jogar, ele me deixou tenso pra acabar logo a campanha. Os inimigos não são muito variados e os chefes (fora as 10 Valkirias) são muito simples e com poucas combinações de ataques. E o começo do jogo é extremamente arrastado, não só na história, como em gameplay, Kratos sem as habilidades que podem ser compradas com experiência, não passa de um brutamontes pesado e duro.
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Esse jogo é magnifico, ninguem esperava a volta do Cleiton Bondiguerra, mas foi uma noticia incrivel. E não tem melhor forma de voltar sem ser assim, uma forma nova de jogar, que não desrespeita os antigos jogos, apenas melhora ainda mais a experiencia desse aqui. Ver por tudo que o Kratos passou e ver que ele realmente conseguiu aquilo que ele queria, não vingança, mas uma familia e poder sossegar é lindo, a relação que ele tem com o filho de não querer que ele faça os mesmo erros que ele fez, não contar o passado dele por vergonha e remorço de quem ele era, tudo isso tentando ser melhor. (SPOILER) A cena onde ele vai atras das laminas do caos para usa-las novamente, não como uma arma, mas como um forma de proteger o filho, e a conversa final que ele tem com Atena é otima, ele diz que ele pode sim ser um monstro e assassino, mas que agora ele vai ser assim para que consigo proteger quem ele ama.
Ficha Técnica
| Nome | God of War |
| Lançamento | 20/04/2018 |
| Plataformas | Microsoft Windows PlayStation 4 |
| Gênero | Ação & Aventura |
| Modos de Jogo | Um Jogador |
| Características | Crafting Hack and Slash |
| Tema | Mitologia |
| Desenvolvedora | SCE Santa Monica Studio |
| Publicadora | Sony Computer Entertainment |
| Franquia | God of War |
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