Luiz Gustavo

@realmocaccino

Adoro indies e alguns poucos AAA

Desde dezembro de 2015

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Últimas Análises

  • Capa de Sundered Sundered
    no
    PS4
    em 13 de fevereiro de 2019 às 10:41
    Gostei muito do estilo de gameplay baseado em hordas, embora essa feature foi muito criticada na internet! O propósito de morrer para atualizar suas estatísticas lhe dá uma sensação de frustração no início, mas depois de jogar mais você acaba se acostumadando O estilo de arte é lindo. À primeira vista, você acha que é genérico, especialmente na primeira região. Mas no segunda e terceira, você começa a ver a beleza. No geral, o áudio também é bom. O OST não é algo memorável como eu escutaria fora do jogo. O destaque é a voz que aparece nas principais partes da campanha! Os minibosses e chefes das três regiões também são muito bons. Eu gostei da idéia de chefes realmente grandes. O recurso de Perks é ótimo e algumas vêm a calhar em certas partes da campanha. Combinando dois ou três Perks mudar até mesmo a abordagem do jogo! Agora vamos ao que eu não gostei: Primeiro são as cavernas. Mesmo com o fato de que os locais de Perks e Chefes são intactos, era melhor se não fosse roguelike. As cavernas se repetem demais num mesmo gameplay, dando a sensação de que "eu estava aqui antes". E o que mais me incomodou é que o jogo não passa ao player que você está caindo sobre uma planta (isso ocorre muito na segunda região). Também gostaria de ver o mapa com o jogo em pausa. Às vezes eu preciso saber para onde ir, mas sou perseguido por criaturas. Outra questão é que às vezes eu não sei onde Eshe está, porque há muitos inimigos me atacando na tela. Horda infinita é um conceito que também não gostei. Por fim, os chefes finais. Eu gostaria que fosse como os chefes anteriores, com uma dificuldade ainda mais difícil. As brigas com eles foram como se estivéssemos brigando com a arena do que os próprios chefes.
  • Capa de Punch Club Punch Club
    no
    PS4
    em 05 de fevereiro de 2019 às 21:37
    Punch Club é um jogo indie de gerenciamento de boxeador que conta com uma ótima campanha, ponto forte do jogo, que através de simples diálogos, variedade de eventos e locais a se visitar, te oferece liberdade e permite diferentes desfechos para o game. Se pode dizer que a jogabilidade também se resume a isso, visto que a luta em si é simulada com ambos oponentes tendo 100 de vigor, a saúde dependendo da sua forma, além de, a cada round, escolher habilidades que seu personagem terá ao dispor. O tema retrô e várias referências espalhadas entre os locais da campanha, torna a ambientação interessante mesmo diante de sua simplicidade. A grande dificuldade do jogo é justamente o gerenciamento de tempo entre treinar, trabalhar, alimentar e descansar seu personagem. O treino é muito importante para upar os atributos do boxeador, permitindo enfrentar adversários mais fortes. Mas quando por algum evento da campanha seu personagem é penalizado, quebra-se então esse ciclo, e o que se observa é um lento progresso dos atributos, pois a cada novo dia eles são subtraídos, tornando a experiência muito frustrante.
  • Capa de A Way Out A Way Out
    no
    PS4
    em 01 de fevereiro de 2019 às 14:33
    As mecânicas rasas de gameplay torna desinteressante a proposta inovadora de cooperação de A Way Out. O jogo tem uma história boa, com diferentes finais, mas que apresenta problemas de continuação entre os levels, esses que o apresentam os mais diferentes cenários. O preço do jogo é acessível e ainda conta com a opção de convidar um amigo sem ele precisar da licença do game.
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