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  • Capa de Rage of the Dragons Rage of the Dragons
    no
    Arc
    há 2 meses
    Rage of the Dragons era para ser uma sequência direta de luta do jogo Double Dragon também de Neo Geo da conhecida franquia de Beat 'n Up, porém devido a não liberação destes direitos a época o jogo acabou se tornando uma ótima homenagem ao seu antecessor. Aí alterou-se o nome de alguns personagens como Billy/Jimmy Lee para Billy/Jimmy LEWIS, Abobo para AbUbo e seguiram em frente com seu lançamento. Em RotD a jogabilidade em duplas deu nova vida ao gênero de luta com esta pérola da mexicana Evoga - com troca de lutadores no meio da luta, esquivas, rolamentos, contra-ataque, combos em chão ou aéreos, especiais de 2 níveis e especiais em dupla combinados entre lutadores específicos ou não que traziam boas finalizações dos adversários. Com a presença de uma brasileira, Pupa - que até fala golpes como "ben-ção", parafuso, queixada - se tornando um dos 1°s jogos em que o personagem realmente fala pt-br; interação com personagens dos cenários, personagens carismáticos e ótimos temas (música latina, dance, jazz, rock, música chinesa), Rage of the Dragons se tornau superior e melhor trabalhado em relação a sua inspiração original: Double Dragon.
  • Capa de Real Bout Fatal Fury Real Bout Fatal Fury
    no
    Arc
    há 2 meses
    Real Bout Fatal Fury é uma versão melhorada de Fatal Fury 3 (onde a jogabilidade acabou sendo prejudicada), porém sem o modo história e algumas finalizações para fora dos cenários que eram interessantes no 3 - ao invés disto, em Real Bout, temos o "Ring Out" onde é possível bater nos adversários nos cantos e barreiras são quebradas e o mesmo é arremessado para fora do ringue (com animações bastante engraçadas, diga-se de passagem), como: se afogar no mar, ser levado pelo elevador, pelo metrô, ficar preso num navio ou ser eletrocutado. Os contra-ataques e combos foram aprimorados e o segundo especial (ou secreto) não precisa mais de código no início do round para ser habilitado. Kim, Duck King e Billy retornam para deixar a parada mais difícil. O chefão final passa a ser novamente o perigoso Geese e os encerramentos de Terry e Andy são os mais maneiros. Existe ainda uma dica curiosa para se fazer os especiais apertando apenas 2x para baixo e algum botão, sem necessidade de barra cheia ou energia piscando. Quem gosta do verdadeiro Fatal Fury deve jogar esta pérola do Neo Geo e quem não gosta tem que experimentar. RBFF é o jogo de MVS que tem um dos pôsteres de publicidade mais icônicos já lançados para o sistema.
  • Capa de Street Fighter Alpha 2 Street Fighter Alpha 2
    no
    Arc
    há 2 meses
    Street Fighter Zero 2 é uma evolução evidente do primeiro jogo com melhoras nos gráficos/cores, inclusão de barras/especiais de combos, mais personagens (Gen, Dhalsim, Rolento, Zangief e Sakura) e principalmente aumento da velocidade de lutas - o que era um ponto fraco no SFZ1. Considero esta versão superior a SFZ3 devido a muitos acréscimos desnecessários desta última versão (3). O que é uma pena é não ter personagens secretos, porém compensa pela quantidade de lutadores (18). Depois da inovação trazida pelo clássico Street Fighter 2, SFZ/A 2 é a melhor versão de SF em tempos.
  • Tá aí um jogo no mesmo nível de KoF XIII e XIV. Com gráficos e músicas medianas (mesmo com alguns temas adorados pelos fãs) The King of Fighters 2002 trouxe um dos mais divertidos jogos de toda franquia: sua jogabilidade melhorou bastante desde 98, com muitos combos, níveis de especiais SDM e a inclusão de um especial secreto (clímax ou ultra traduzidos para o dia de hoje). Apesar de não focar na história como também ocorreu no 98, Neowave e XII, KoF 2002 é incontestavelmente um dos maiores clássicos desta franquia (talvez pelo retorno da jogabilidade 3 x 3) e bastante querido por jogadores BRs - difícil não ver nos dias atuais alguém jogando em algum fliper perdido por aí (com versões hacks ou não) ou em encontros de gamers.
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