Análises em Destaque

  • Achei que o jogo fechou a desejar. A experiência do game não satisfaz por completo o desejo e a ansiedade da espera por um jogo clássico como foi seu antecessor.Mais ou menos dar pra levar ,pela a jogabilidade , mais a campanha e muito curto deixando o jogador frustado pela falta de conteúdo que poderia deixado o jogo muito mais atrativo e excepcional aos jogadores e fãs de residente evil.
  • Capa de FIFA 20 Foto de Anderson Lopes Anderson Lopes para FIFA 20
    no
    PS4
    há 2 dias
    Então, acredito que enquanto a EA Sports ver que o jogo é sucesso de vendas, continuará preguiçosa. Acho terrível a gente não ter uma percepção dos efeitos da chuva além do campo pesado. Lembro remotamente no longínquo FIFA 99 do N64 que apesar da limitação gráfica isso era perceptível, tais como mudanças climáticas. Ademais, concordo com Samuel Ribeiro. A máquina realiza lances impossíveis das quais tornam a realidade do jogo falha. Por fim é o descontentamento em manter todas ligas licenciadas, eu como torcedor da Juventus da Turim me decepciono em ter que jogar com a Piemonte Calcio. Falta diálogo com a Konami para que ambas juntas criem um jogo com melhor resultado, para que caibam aos usuários o direito de escolha para um ou outro jogo, possuindo todas ligas licenciadas para que a experiência seja formidável. Não me esquecendo também. O modo ultimate se tornou um caça níquel, onde visam apenas o lucro. Que não seria um problema se não houvesse preguiça. Desde o FIFA 2016 em tese o que se faz é atualização de elencos, mais nada.
  • Análise de um jogo, invariavelmente, passa pelo crivo e gosto pessoal. Alguns poucos jogos recebem notas excepcionais em todos os pontos e por todos os analistas. Na minha opinião, Shadow of the Colossos não é um desses. O jogo, muito simples em sua dinâmica e enredo, é daqueles com um estilo contemplativo, observador, com cenários e desafios grandiosos, mas pouca interatividade. Você cavalga com seu cavalo por vastos terrenos, belíssimos por sinal, até encontrar um colosso, igualmente magnifico, e com ele trava uma leeeenta batalha. Ponto. O jogo é basicamente isso. É possível procurar por algumas relíquias, descobrir alguns lugares secretos e jogar mais de uma vez para ter acesso a itens novos e locais antes não acessíveis. No entanto, repito, o jogo consiste em caçar os colossos e os derrotar, mas sem todos os elementos de RPG e complexidade de Monster Hunter. Graficos belíssimos, som e trilha sonora bem legais e jogabilidade, às vezes, sofrida, principalmente quando cavalgamos com Agro ou quando tentamos escalar algum colosso. Alem do mais, com o tempo, a jogatina se torna repetitiva e monótona, tendo em vista a simplicidade da gameplay. Enfim, no meu entendimento, pra quem curte um jogo diferente, mais contemplativo, vale a pena experimentar.
  • Garou Mark of the Wolves não chama tanto a atenção por ter personagens pequenos (vejam bem, Ninja Masters e Rage of the Dragons, também dos arcades MVS, têm lutadores pequenos, porém a jogabilidade dos dois compensa e muito em relação ao tamanho dos chars), não tem planos de luta (como Fatal Fury), tem a jogabilidade muito parecida com a de Street Fighter 3 (com pulos pequenos e sistema Just Defend - que defende golpes sem causar dano), tem poucos personagens (dez e mais dois desbloqueáveis - Grant e Kain) e apenas um clássico - Terry Bogard. Marco Rodriguez ("Butt" na versão americana, com golpes vindos de Art of Fighting, pois é discípulo de Ryo Sakazaki e seu dojo) representa o Brasil. Como novatos destaco os dois filhos de Kim Kaphwan, o filho da união - até que enfim - de Mai com Andy (Hokutomaru), um cara que lembra muito Iori de KoF (Freeman) e o protagonista Rock Howard (filho deserdado de Geese). O golpe da barra vermelha (T.O.P) não compensa e nem é bonito de se ver. Já como ponto positivo considero que os cenários estão bem feitos, com muita movimentação e efeitos que "lembram" o 3d. As músicas também são muito boas. Por todos estes motivos considero Garou MotW um jogo intermediário
  • Uma desilusão, Poderia ser um jogão, funções como o gancho o planador mt criativas, varias armas e veiculos, graficos e dublagem exelentes, mas escolheram fazer um jogo repetitivos q vc tem q fazer uma duzia de vezes uma quest praticamente igual pra liberar 1 da missao principal q e legalzinha mas nao e aquela coisa memoravel q o jogo prometia, o jogo cansa rapido e fica tedioso de se terminar...
  • Esta análise contêm spoilers

    Vão me desculpar mas ele ter a menor nota entre os lego Batman 1 e 3 , é um absurdo,esse game é incrível ,tem história original,vemos a União dos heróis da liga , a história circundada em eleição do Lex Luthor que sente inveja de Bruce,junto ao coringa,e a sequência final do game com aquele robô coringa gigante, correndo atrás de Batman e o Robin,ele caindo da torre Wayne,a liga se juntando para derrota-lo ,sem dúvida o melhor mundo aberto desta trilogia,o mais divertido,o mais engraçado,lego Batman 3 foi bom porém o mundo aberto é uma bosta e o 1 nem tem mundo aberto,sem dúvida o melhor e mais marcante da trilogia do batman
  • Capa de Rayman Legends Foto de Miguel Baptista Miguel Baptista para Rayman Legends
    no
    360
    há 2 semanas

    Esta análise contêm spoilers

    P.S.: Essa é a MINHA opinião, pode ser diferente da sua. Isso é... INCRÍVEL! Em relação à dificuldade, a Ubisoft acertou em cheio! As músicas são muito boas e memoráveis, tirando a das fases de água, que é horrível pra quem é masculino... Ah, mas NÃO IMPORTA! A sua jogatina é bem fácil no começo e bem difícil no final... Aliás, poderiam ter feito o final no Living Dead Party, em uma fase musical (que não existe no jogo) épica enquanto o jogador derrotava o boss, ao invés do final ser no 5°mundo do jogo, o Olimpo Máximo. A diversão é muito alta, pode se divertir jogando solo ou de dupla. Inclusive, o jogo têm muitas coisas em relação ao termo "Nostalgia". Têm fases do Rayman Origins, têm criaturas fofinhas, têm desafios... E tem até FUTEBOL! Sério, dá pra se divertir um monte com seu(s) amigo(s)... Resumo: Rayman Legends é um jogo incrível, que pode ser considerado muito fácil como um dos melhores jogos do Rayman.
  • Dizem as más línguas que Art of Fighting 3 é a "ovelha negra da família". Porém discordo, pois foi nesta 3a versão que os gráficos deram um salto de qualidade: os movimentos dos personagens desta vez foram baseados em captura de pessoas reais; as cores e sprites gigantes do jogo continuam muito bonitos ainda para os dias de hoje. Em relação a jogabilidade, AoF3 é o melhor da franquia, já que aqui os golpes saem com maior facilidade, há combos, ataques no chão, e o inovador, mas um pouco exagerado, "Ultimate K.O." - onde quem o recebe é eliminado da luta, independente do round em que estiver jogando. Já como ponto negativo destaco a falta de personagens clássicos (somente Ryo e Robert estão presentes) e a pouca quantidade de personagens (10), onde na época os concorrentes de AoF tinham em média 16 lutadores; os chefões liberados desde o começo deixa o jogo mais desbalanceado. Pesando na balança: os gráficos, a jogabilidade, e consequentemente a diversão fazem com que este 3° Art of Fighting seja o melhor e mais fácil de se jogar de toda franquia.
  • Capa de Breath of Fire IV Foto de Igor Azul Igor Azul para Breath of Fire IV
    no
    PS
    há 1 mês

    Esta análise contêm spoilers

    O quarto jogo da minha franquia favorito e por consequência meu jogo predileto. Por isso essa minha análise pode ter um certo "fanboyolismo" de minha Parte. BoF4 reaproveita bastante do que foi feito em seu antecessor, e é claro adiciona coisas novas como por exemplo a mecânica de combos ao qual me parece uma tentativa de incentivar o jogador a buscar magias e usar os diversos personagens, mas depois eu falo sobre eles. Em relação as magias é como qualquer outro jogo, você como jogador vai encontrar aquela que dar mais dano e que combina com tal personagem e vai usar o tempo todo, principalmente as que dão dano em área. É interessante encontrar uma magia boa pra cada personagem como por exemplo Shadow Walk pro Ryu, Triplo Blow pra Úrsula, e super combo pro Cray. Mais isso vai de jogador pra jogador. Todos os personagens são interessantes, e finalmente temos um vilão com um background mais interessante, no caso o Fou-lu. Eu simplesmente adoro o jeito dele de falar e como ele interage com os personagens. E é claro o modo que campanha é feito, antes de terminar um capítulo nós jogamos com o antagonista (Fou-lu) e depois voltamos para o controle de Ryu e companhia. A questão de mestres aplicadas em bof 3 também está presente aqui, só que um pouco mais fácil de encontrar e realizar seus deveres. Caso tenham dificuldade em encontrar os mestres recomendo dois detonados um do canal do Buruno e outro do Dante the Vícios (um canal BR de jogos de RPG muito bom). As habilidades podem ser trocadas ou removidas no acampamento o que tbm já tinha o no bof3. Agora falando dos personagens em particular eu acho o grupo mais legal dos jogos da franquia. Ryu, Nina, Úrsula, Cray, Scias e Earshin/Deis/Bleu/Pelé/ Era eu Dio! (Tá bom já é exagero meu é só Bleu mesmo kkkk). Cada um deles tem um motivo que os leva a acompanhar Ryu em sua jornada. Ryu vai em busca de saber quem, pois perdeu suas memórias. Nina e Cray vão atrás de resgatar a irmã perdida de Nina( ELINA). Que infelizmente .... Úrsula só quê prender o Ryu mesmo Scias não tem nada pra fazer e decide ajudar Deis ou Bleu que está presa em Earshin acompanha Ryu com a esperança de que possa voltar para seu mundo E o vilão, Fou-lu busca expulsar os Deuses do mundo, que nesse caso são os dragões. A história é bem longa por isso não vou contar aqui, mas garanto que é muito boa e interessante. Bem essa foi minha análise sei que puxei saco pro jogo só por ele ser o meu favorito, mas eu realmente gosto desse game. Obrigado por lê, Vlw Flw
  • Esta análise contêm spoilers

    Bendy and the ink machine, é um jogo que foi muito esperado para ser terminado, o jogo se baseia num antigo funcionario da joey drews studios, que foi convidado a ir pro estudio por uma carta de seu chefe joey, mas no meio da sua procura do joey, você acaba conhecendo uma entidade de tinta chamado bendy, que por algumn motivo criou vida e está querendo te matar e te transformar em uma criatura de tinta. o jogo é otimo, tem uma historia muito bem escondida, porem o objetivo é meio clichê (mas é perdoavel, porquê a maioria dos jogos de terror são assim), eu só acho que o terror some um pouco quando voçê ganha uma arma, e quando conhece allison e thomas você se sente mais acolhido, e do nada o jogo sai do terror para um pouco de ação. o jogo é ótimo, eu sinceramente recomendo mas que esse jogo tem pecado, não tem o que discutir.
  • Ele é bom, achei o ponto forte a jogabilidade, bem fluída e boa com os 4 personagens. A esquiva funcionou muito bem, a mira é mais realista que dos outros RE, os gráficos são bons, não gostei do jogo ser separado em capítulos e ter que comprar cada um deles, a história é mediana comparado aos outros, aceitável por não ser um jogo da franquia principal. Pontos Fracos: Repetição de inimigos, repetição de cenários (parecia que eu estava no mesmo lugar o tempo todo), compreensível por conta do investimento nesse game ter sido menor que os da série principal.
  • É bom, mas enjoativo. Joguei o jogo todo em coop com desconhecido e mesmo assim jogava só fazendo principal pq meh... O 2 é realmente bem melhor em todos os quesitos. O PreSequel eu enjoei bem no final pq oh dificuldade pra passar. Não tive nenhum problema com o jogo, o visual dele já tava acostumado, já tinha jogado antes no 360. A renderização demora um tico e não me incomoda, tem uma variedade enorme de armas, o jogo tem um humor até legalzinho, tem personagens pra combinar com cada estilo de jogador. E bug eu só tive com na IA dos inimigos mesmo. O jogo com amigos é bem melhor, quero o 3. Recomendo só se tiver companhia pra jogar pq sozinho é meio mehh.
  • Capa de Oxenfree Foto de Lucas Lucas para Oxenfree
    no
    Win
    há 1 mês
    Sinceramente não tive um PROBLEMA ou RECLAMAÇÃO nesse jogo. Não conhecia esse game e foi uma surpresa! A história é incrível, as músicas caem perfeitamente no game, personagens muito bem criados com ótima atuações dos atores/dubladores. O jogo cria uma atmosfera de terror realmente incrível, eu realmente arrepiava nas horas tensas e ficava com medo de errar nas decisões... sim, decisões. O jogo tem a opção de diálogos, escolhas etc e ele realmente te pune também pelos seus erros/escolhas. O jogo é ótimo. Com diversos finais e uma história realmente ótima. Recomendo!
  • De certo ponto de vista, o melhor Crash já feito, os designs remodelados e melhorados, uma história fantástica e claro, o jogo traz uma nova perspectiva ao jogador, você se une ao vilão mais carismático na sua aventura e o mapa vai mudando de acordo com a história, não é por fases esse que é o melhor, você vai indo as fases de um modo aberto e nítido, sem dúvidas fez parte da infância de muitos e o que dizer das trilhas sonoras ? feitas pela banda Spiral Mouth totalmente acapella (com a voz) e são fantásticas, dando clima e emoção ao jogador !

Nota do Game

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