Análises curtidas por Nota
812 análises
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Jogo extremamente divertido vale super a pena jogar principalmente com mais de um jogador o visual não envelheceu muito bem, mas ainda não é feio(na maioria do tempo) só meio datado tirando isso o jogo é muito bom, o tipo de jogo pra desligar um pouco o cerebro e só jogar e se divertir
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Campanha horrível, história praticamente inexistente, o sistema de melhorar a base e os personagens é extremamente limitado, o gameplay que é razoável fica cansativo, repetitivo e sem graça depois de algumas horas de jogo.
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Excelente game, baseado na Hq e no filme, de inicio parece difícil de se adaptar, mas no decorrer da trama vc começa a interagir e se fascinar, ótima opção para matar o tempo.
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Esta análise contêm spoilers
O primeiro disco do jogo foi simplesmente sensacional, com inimigos desafiadores, uma atmosfera bem pesada, e uma gameplay muito foda. Porém da metade do segundo disco até o final do jogo foi bem decepcionante: a jogatina ficou extremamente linear, com inimigos ridiculamente fáceis, munição para a arma de "raios" estando disponível ao tempo todo, e ainda algumas fontes para curar HP estando disponíveis ao longo do cenário. Teve um "boss final", mas a batalha foi extremamente simples - e a morte do monstro ocorreu através de uma cutscene. Depois você devolve uma máscara para o altar e o jogo simplesmente acaba. Não consigo entender como um jogo que se iniciou de forma tão cativante e incrível acabou de forma tão xoxa, manca e capenga.
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Dying Light não é só mais um jogo de zumbi de mundo aberto para os vídeos games. Dying Light traz consigo uma originalidade que há tempos não via em um game de apocalipse zumbi, mundo aberto e ação. Com um história legal e envolvente, mantendo o foco no protagonista, mas ao mesmo tempo subaproveitando o vilão que tinha potencial para se tornar aquele vilão icônico ao estilho Far Cry, Dying Light não deixa tanto a desejar no quesito enredo/história. Já as mecânicas fluem bem, pois para realizar os movimentos de parkour o jogador precisa apertar um único botão. Os combates tem momentos que são frenéticos e momentos mais tranquilos, independendo se o seu inimigo for um zumbi ou um ser humano. Com uma variedade boa de armas brancas e armas de fogo, Dying Light em alguns momentos me lembrou Dead Rising, pois ao juntar um faca de cozinha com uma bateria, você tem uma faca que se não partir o seu inimigo ao meio, certamente você eletrocuta ele. Mas de modo geral Dying Light, tem a sua originalidade de um bom jogo de apocalipse zumbi e garante ao jogador várias horas de gameplay e diversão. Joguei, aprovei e recomento.
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Cara, o jogo ficou perfeito, qualificou muuuito bem o suvival horror, as unicas duas coisas que me decepcionaram nesse jogo foi, primeiramente poder jogar o ato 1 e 2 com qualquer personagem e tratarem isso como CANÔNICO, e outro ponto foi a apresentação dos inimigos, deveria ter uma Cutscene para os inimigos novos, como o licker e o Mr X, mas eles aparecem repentinamente, isso da mais imersão mas zero nostalgia
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É difícil de fazer uma análise de uma game que traz tanta nostalgia, uma game com uma narrativa espetacular, sendo o ponto forte par mim, uma jogabilidade incrível, excelente áudio, e trará muita diversão, quando joguei pensei que seria uma imitação de GTA, mas o game tem suas próprias características.
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Um jogo metroidvania sensacional, jogabilidade fluída, trilha sonora eletrizante, com uma dificuldade na medida. O jogo lembra muito os jogos “Contra” clássicos, mas vai muito além. Recomendo demais!