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Quando eu terminei o primeiro... esperei sete anos, por uma continuação... E tudo que tive foi uma história de uma filha de um NPC que aparece 3 segundos no final do primeiro jogo... eram tantas possibilidades...uma invasão do vagalumes na cidade do irmão do Joel... Ellie descobrindo a verdade sei até eu escreveria uma história e roteiro melhor com pouco esforço... The Last of Us morreu pra mim kkkk dps de falar e fazer tantas pessoas Jogar o primeiro ser fã de ter colecionáveis me livrei de td ainda bem que td meu dessa série era coisas físicas
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Definitivamente não era a história que eu esperava no hype desses 7 anos. A naughty dog quebrou minha expectativa de ver o que eu queria. Na verdade acho que a de todo mundo. Tínhamos expectativas altas em torno da narrativa e do gameplay. É inquestionável a qualidade técnica do game. E o aprimoramento das mecânicas. TLOU 2 é um game que precisa ser jogado e sentido. Não pelo YouTube ou por cenas chaves e desfecho final. Não foi feito pra agradar todo mundo. Não é clichê e nem convencional. Ele machuca. E a intenção é essa. Ao final do jogo me senti como se tivessem me dado um soco no estômago. Agora fico com o vazio. Fazia anos que não sentia essas sensações durante e pós finalizar uma campanha. Quanto mais penso sobre mais chego a vários questionamentos. É sobre ódio e polarização. Mas também sobre empatia e fragilidade. A rejeição ao desenvolvimento da história e ao final da mesma é uma representação da crítica proposta ao longo do jogo. Mas o mais importante que o desfecho é sua jornada. Que pra mim pelo menos foi uma experiência incrível e que eu nunca tinha sentido antes. A NG estava certa quando disse que não estávamos prontos pra The Last of Us 2. Enquanto o ódio prevalecer alguma coisa não está certa.
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Gostaria de começar essa breve análise dizendo que, para você realmente entrar na estória do jogo, há uma extrema necessidade de empatia e vivência. Assim como no primeiro, eventos marcantes e impactantes estão diretamente ligados ao seu psicológico/emocional. Lembre-se, antes de jogar, que o que a Naughty Dog quis passar (tanto com o 1 quanto o 2) são ações e decisões de seres falhos, e para toda ação, há uma reação, uma consequência que pode ecoar por lugares inimagináveis.
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Talvez um pouco diferente do primeiro. Onde além de nos colocarem como jogadores nos colocam como telespectadores. É isso, o começo é devagar e até um pouco cansativo. Não entendemos muito bem o porque de novos personagens jogáveis estarem surgindo e o do porque a história segue um enredo paralelo. De início pegamos ranço da até então, antagonista musculosa Abbe. Mas quando nos colocam na visão dela e jogando com ela, entendemos. E tudo começa a fazer sentido, toda moeda tem dois lados, toda história tem duas versões. The Last Of Us II é um jogo que se aprofunda nos personagens. Isso sem falar no gráfico, no som, enfim, tudo é muito bem detalhado e feito com muito carinho. E se tiver que escolher um lado, já tenho o meu. E é ao lado da Abbe.
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Tá aí uma continuação de tirar o fôlego, com escolhas pontuais (se acertivas ou não, eu gostei). Um sentimento de uma fardo pesado com o ciclo de violências, cada minuto jogado essa tensão aumenta . Mas só digo duas palavras: OBRA PRIMA !
Game Details
| Name | The Last of Us Part II |
| Release Date | 19/06/2020 |
| Platform | PlayStation 4 |
| Genre | Action & Adventure |
| Game Modes | Single-player |
| Characteristics | Crafting Realistic Survival Violent |
| Themes | Drama Post-Apocalyptic |
| Developer | Naughty Dog |
| Publiser | Sony Computer Entertainment |
| Franchise | The Last of Us |
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