Análises
"Until Dawn" destaca-se como um dos principais exemplos de narrativa interativa no gênero de terror cinematográfico. Para os entusiastas de jogos onde as decisões do jogador têm impacto significativo, com uma atmosfera tensa e reviravoltas constantes, esta é uma experiência altamente recomendada, especialmente quando desfrutada com amigos, assemelhando-se a um filme interativo.
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Achei o jogo ate que bacana, o MAIOR problema desse jogo são os dois NPC's que são completamente INUTEIS 98% do tempo, gastando sua munição, correndo de um lado para outro mesmo você tendo o chamado, basicamente jogue esse jogo com amigos, ele foi feito para isso, bom o resto do jogo ainda é bom, sua historia e mapas achei beeem bacana e divertido de explorar!
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O objetivo de um remaster não é apenas melhorar os gráficos, mas também melhorar as mecânicas e a jogabilidade. Porém, parece que a desenvolvedora apenas pegou o jogo base e jogou numa Unreal Engine. Apesar de GTA 3 ser um jogo revolucionário, ele é sim datado, com diversas mecânicas que precisam ser atualizadas, mas que a desenvolvedora apenas ignora e não muda praticamente nada.
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Tecnicamente, o jogo é lindo! Graficos, detalhes, sons, ambientação e imersão. Tudo é bem feito. Estou jogando Stalker 2 no PS5 Pro e posso dizer que tá redondo! Gráficos lindos e sem queda de quadros. De vez em quando encontro algum bug, como NPCs caindo ou passando por dentro do outro, mas é raro. Tb houve alguns crashes. Mas ta facil de jogar. No entanto, sei q no PC o papo é outro. Para um jogo que foi desenvolvido por uma empresa ucraniana, durante a guerra com a Russia, é impressionante. Mas assim como Metro Exodus, STALKER 2 nao é um jogo para qualquer um. É um jogo de realismo, punitivo, difícil no seu inicio, cadenciado, muito sombrio, com diálogos longos e lore complexa. O principal: é um FPS de sobrevivência. Logo, as munições sao escassas, os itens raros, a mochila minúscula. Dinheiro (cupons) é dificil de conseguir e as fast travels muito raras e caras. Com frequência vc tem q caminhar muuuuito para descarregar seu loot ou encontrar um abrigo. O mapa e absurdamente gigantesco e o mundo extremamente punitivo. Ha vários personagens e facções, que se interligam. Vc interage e faz missões para todos eles ou contra eles. Não confie em ninguem. O tempo muda a todo instante, chuva radioativa acontece, vem as exalações, vc deve se abrigar. Caso contrario, é morte certa. Alem disso, ha mutantes medonhos, que te fazem ter calafrios. Literalmente! Missoes em porões, cavernas, locais abandonados sao aterrorizantes. O som e o ambiente sao assustadores. Vc deve escolher muito bem as batalhas que vai travar, o que fazer, o que levar, quais armas usar, o tempo do dia em que irá se aventurar, etc. Tudo deve ser bem calculado. Nao é tiro, porrada e bomba como BF ou COD. O jogo leva tempo, demora. Afinal, é um FPS de sobrevivência. Tudo é real e assustador. Pra quem quer se aventurar horas em uma terra arrasada, bizarra e perigosa, esse é o jogo. Simplesmente viciante. Tentar sobreviver e concluir a próxima missão é surreal e recompensador. Por outro lado, um ponto negativo, é que a movimentação dos NPCs, dos animais e mutantes poderia ser mais polida. Algumas texturas de agua, chão e interiores tb. Ainda, o mundo aberto me pareceu meio vazio, sem muitos animais, mutantes, anomalias. Poderia haver mais. Mas isso é secundário e não influencia na diversão, pois a gameplay é boa e fluida, e a imersão o ponto alto do jogo. Enfim, se vc não tem muito tempo, quer ação imediata, sem ter que pensar e se organizar muito, não compre. Mas se vc deseja imersão absurda e realismo em um mundo assustador e selvagem, va em frente.
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Esta análise contêm spoilers
Teleforum é um jogo indie de Terror/Suspense/Investigação (ou como a Geração Z chama: Horror Analógico) totalmente Brasileiro. E apesar da sua mecânica simples de escolher os diálogos, o grande pulo do gato está no seu fator replay e atmosfera, onde você basicamente você vai desvendando os mistérios do enredo, e a cada jogatina, você vai liberando partes que respondem todas as perguntas chaves da trama. Assim, ao completar todos, você desbloqueia o final verdadeiro do jogo. A premissa do game começa com o suicídio de um apresentador de TV ao vivo (o que por si só já é pesado), então uma amiga de trabalho da emissora decide fazer uma matéria sobre o ocorrido. A princípio você pode escolher duas perspectivas diferentes para fazer a entrevista com a viúva do apresentador (1: matéria sensacionalista - 2: matéria homenageando). Essa repórter arrasta um novato que está meio receoso com tudo, no entanto, aceita. E com o decorrer da jogatina você vai colhendo informações no cenário que vão fazer você progredir para o final verdadeiro. O que mais me pegou nesse jogo, além da sua atmosfera opressora, é que a grande sacada dele (mas que no final torna-se um tiro no pé e eu direi mais lá na frente) foi usar um terror psicológico que vária entre o mito de uma fita amaldiçoada e o pragmatismo de um homem perturbado (Será que a morte do apresentador tem haver com a fita ou não?). As gravações do Apresentador que é Brasileiro e tem uma voz grave, remetendo muito a vibe dos programas de CASOS MISTERIOSOS antigos da década de 80, 90 e 2000. Algo muito característico na TV Brasileira (Lendas Urbanas do Gugu, Pegadinhas do Sílvio Santos e etc). Inclusive, esses pequenos trechos me lembraram muito os vídeo metalinguísticos de Control (onde o doutor que está morto, explica em vídeo como funciona as entidades do prédio, no caso, de teleforum, o próprio apresentador explica o motivo da sua morte e como funciona a dita fita). A trilha sonora apesar de simples, compre seu papel, mas o ponto alto do jogo, está em decifrar cada parte da fita em cada loop de jogatina. Usar o elevador do prédio como um loop é genial combinado coma reação dos próprios personagens ao perceber que estão em uma espécie de déjà vu. A única coisa que me desapontou no jogo foi seu final canônico (onde a maldita fita realmente é amaldiçoada e tem propriedades sobrenaturais). O que na minha visão, desperdiça todo o climax gerado em cima do mistério principal. Não acho que estraga o jogo, mas torna-se óbvio demais e anti climático (pelo menos na minha perspectiva). Entendo que, se o game fosse encerrado com um final ambíguo, com certeza, seria muito frustante encerrar o game sem saber a resposta para o mistério central, mas acredito, que um final em aberto (isto é, sem saber se a fita é mesmo sobrenatural ou não) seria muito melhor, dando margem pra que os jogadores mesmo depois de zerar, ainda sim, teorizar se a fita é realmente amaldiçoada (justamente, a essência do Horror Analógico, onde algo antigo que carrega um mito por trás, mas não se sabe, o que é lenda e o que é verdade). Não acho que estraga o jogo, na verdade, combina perfeitamente com a proposta dele. Ele só não atendeu minhas as minhas expectativas, pois acho meio besta o final canônico (talvez por já ter consumindo muito desse tipo de mídia e achar clichê demais). Isso não me impediu de quase platinar o jogo. Em resumo, um excelente jogo de suspensão e investigação, que devia ter um pouco mais de visibilidade.
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Os gráficos estão incríveis, talvez o mais bonito da franquia até agora. O Japão feudal é super detalhado, com vegetação, iluminação dinâmica e mudanças de estação que realmente impressionam. Mas no PS5, achei que o fog (nevoeiro) em alguns momentos atrapalha — deixa a imagem meio borrada. Agora, jogando com a Naoe… é outro nível. A jogabilidade com ela é muito fluida, o stealth funciona bem demais, e o parkour é super leve e natural. Dá pra sentir que ela foi feita pra explorar o mapa e se infiltrar com estilo.
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A libertação de Roma começou. O melhor jogo da trilogia Ézio (o famigerado GTA da Renascença) É impressionante o nível de cuidado da Ubisoft Montreal da época, absolutamente tudo no jogo faz sentido dentro aquele universo. Brotherhood é a régua. Nenhum Assassin's pode entregar menos do que foi apresentado nessa obra de arte. A única coisa que deixa a desejar nesse game, é a dificuldade, que apesar de ser compreensível pelo fato de Ézio torna-se uma máquina perfeita de matar, tira totalmente o fator dificuldade para jogadores mais hardcores (viciados no jogo).
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As mesmas coisas que nós fazem rir, também nós fazem chorar... As ruas são difíceis, irmão. Simplesmente atemporal. Parabéns a Rockstar North. É surreal pensar que um mundo tão detalhado assim roda num PS2. San Andres é sem dúvida um marco na indústria, o melhor jogo da década, um clássico incontestável.
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Esta análise contêm spoilers
Joguei pelo game pass, mas cara, esse jogo é lindo, os gráficos são bem lindinhos, os personagens são legais, a tradução tá muito boa, o final, com uma reflexão absurda sobre a infância, me deixou emocionado, eu poderia criar uma redação do Enem sobre esse jogo, pois ele é o melhor jogo que eu já joguei na minha vida
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